Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."

07 setembro 2006

"MINHA PÁTRIA É COMO SE NÃO FOSSE"


“Minha pátria é como se não fosse”.
Se o Poetinha estivesse aqui, reafirmaria sua vontade de chorar e a sensação de fragilidade infantil da nossa pátria.
Fragilidade sim, porque é escrava de seus filhos desavergonhados e, como mãe, ainda os acolhe e protege.
Nossos somos seus filhos e ela é infantil em sua incapacidade de compreender as correntes lodosas que a estão submergindo. Infantil na medida em que a maioria dos seus filhos é ignorante, cega e, por isso, muda, inerme. Infantil porque, diante da força de seus inimigos, encolhe-se e se esconde.
“Choro de saudades da minha pátria”.
Choramos todos diante da pátria aviltada, preterida em nome de ideólogos do caos esquerdista e seus lacaios, porque aqueles não existem sem esses. Pátria, pátria, onde estão seus filhos ridiculamente, lindamente verde-amarelos que trabalham por si? Foram todos levados, foram todos comprados pela maré vermelha?
“A minha pátria é desolação de caminhos, a minha pátria é terra sedenta...”
Nos versos do Poetinha a nossa contemporaneidade: o deserto, a morte, a falta de homens de bem, de homens corajosos à frente dos destinos da patriazinha indefesa diante do fim da ética, morrida de morte matada por seus espúrios filhos que a renegam todos os dias em proveito próprio.
Nestes tristes versos, a sede da pátria amada. Sede de futuro, mas, principalmente de presente, de desenvolvimento agora, de seriedade agora, de justiça, agora. Sede de vergonha na cara para os seus filhos que assumem desavergonhadamente que a ética é lixo e, como tal, deve ser desprezada.
Acorda minha pátria!
Levanta do teu berço esplêndido e coloque o teu bloco de cidadãos na rua para derrotar a mentira contumaz, para expulsar os corruptores, os ladrões do seu sangue, do seu suor de suas esperanças.
Chega de libertas quae será tamen.
Queremos liberdade e moralidade hoje, neste que já foi o seu dia.
Levanta-te minha Pátria.
OBS.: os textos entre aspas são do poema Pátria Minha, de Vinícius de Moraes
Fonte: Saramar Souza . Leia abaixa: "Quem não tem princípios não cumpre palavra".

12 comentários:

Guilherme Roesler disse...

Jarbas, como diria Vinicius, esta patria é muito pobrezinha. E o que é pior , pobre de espirito. Abração Guilherme

Santa disse...

Triste Pátria! Belo texto de Saramar!

Bjs

cilene disse...

Eu queria pelo menos moralidade....ja seria bom demais para o Brasil..

José Alberto Mostardinha disse...

Viva:

Parabéns pelo Dia do Brasil.
Um povo, enquanto nação, precisa de ter referências que o identifiquem e a data da sua Independência Nacional é uma delas.

Um abraço,

Ricardo Rayol disse...

Mandei essa também

José Alberto Mostardinha disse...

Viva:

Também é tempo para te desejar um óptimo fim de semana.

Um abraço,

Cris Zimermann disse...

Que sentimento de impotência, hein?!

Jarbas, estou machucada e está muito difícil de trabalhar, postar, visitar os amigos, comentar... Enfim, ficarei boa logo :)

Super bjsss e ótimo findi!

Saramar disse...

Jarbas, boa noite.

Meu blog mudou para o blogspot, conforme você vê no link deste comentário.
Por favor, mude em sua lista.
Obrigada.
Beijos e bom domingo.

Passarim disse...

Meus Amigos,

Não consegui postar um mensagem. Estou teclando de um palm top, analogico. Não dá é muito lento. Meu computador apresentou um problema e vai de novo para manutenção. Me desculpem. Espero voltar o mais rapido possível. Abs. do Jarbas do Aparte.

Andre Senna Duarte disse...

acima de tudo, esse país está de joelho

José Alberto Mostardinha disse...

Viva:

Neste 11 de Setembro convido-te a deixares o teu comentário lá no EG.

Um abraço,

Kafé Roceiro disse...

Ei, meu conterrâneo dos bão!
Esse seu blog tá bombando, meu fio!
Você é um sujeito dinâmico! Sabe sacudir os esqueleto do povo! Isso aí, amigo! Inté procê...