Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."

26 fevereiro 2007

A VOLTA DE QUEM NUNCA FOI


Cassado politicamente o ex-deputado José Dirceu e tendo sido indiciado pelo MPF como chefe de quadrilha, portanto, estando sob judice, entendo que uma proposta de anistia para quem ainda vai ser julgado pela justiça não pode ser acolhida pelo Congresso. Caso seja julgado culpado, como ficaria a situação do mesmo ? Teriamos o inusitado: um condenado disputando eleição ? Color de Melo e Ibsen Pinheiro foram absolvido nos tribunais de justiça, mas cumpriram suas setenças política. Por que Dirceu não cumprirá a sua ?
Se o PT e os seus discípulos, dele José, julgam o mesmo inocente, que então exijam do Presidente a volta do indigitado, digo indiciado, para a Chefia da Casa Civil e que assumam as consequências. Nada impede que Lula o nomei de novo. Mas José Dirceu, quer a anistia da Câmara Federal, não apenas para voltar atuar diretamente no Governo, mas para suceder Lula.

5 comentários:

Juvencio de Arruda disse...

Exatamente!
Xô Dirceu!
Abs, Jarbas.

Jorge Sobesta disse...

Passarim,

Não consigo ver uma sucessão de m... pior! Deus nos livre e guarde.

Grande abraço.

Antonio Carlos S. Monteiro disse...

Xô Dirceu! chega de cinismo...
O pior é pensar que, se anistiado, ele voltará a ostentar sua farsante pureza e pudicícia tão comum entre os políticos da sua laia. Seria um pesadelo.

Abraço.

Patrick Gleber disse...

Xô Dirceu, mesmo Jarbas. Parabéns pelo texto.

Patrick Gleber
www.blogdopatrick.br21.com

Fábio Max disse...

O julgamento político não segue as mesmas regras materiais que o julgamento jurídico comum.

No julgamento político, apenas o processo deve observar as regras materiais, coisa que aconteceu com o Sr. Dirceu que, com várias liminares do STF, conseguiu asseguirar a mais ampla defesa no Congresso.

No julgamento político, é a opinião pública representada pelo Congresso, que decide apenas se a pena é aplicada ou não, independente de dolo, culpa e provas.

Logo, não há que mexer nessa questão com esse senhor.