Imaginem a seguinte situação. Você é empresário dono de um negócio que constitui com algum sacrifício, investindo cerca de 1,5 milhão e de dólares, em um país vizinho. A clientela é boa, fiel, tem clientela dependente cem por cento do seu produto. Tudo corre bem. Os contratos de fornecimento estão sendo cumpridos a contento, como ocorre com uma empresa sólida. Impostos todos em dia, folha de pagamento, a receita liquida não é grande mas sustentável para o sucesso do empreendimento. Ai sem mais nem menos entra um representante do Governo daquele país na sua empresa e lhe informa que estão em dificuldades financeiras e que a partir daquele momento sua empresa não poderá continuar prestando mais os serviços que presta nas mesmas condições em que foi implantada e que se interessar a você continuar a frente dos negócios, você pode, mas o Governo vai ficar com 82% da receita e ponto final. Entranho, não ? Agora imaginem a mesma situação, mas com uma diferença, o Governo Brasileiro com muita dificuldade para pagar os juros da divida interna, nomeia um interventor para cada banco privado no país e informa aos banqueiros que a partir de agora este governo assume o controle de todos os bancos e que se interessar a estes mesmos banqueiros, eles podem continuar à frente dos negócios, mas recebendo apenas os juros constitucionais, ou seja, um por cento ao mês ou melhor 12 por cento ao ano. Qual seria a reação ?
Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos
- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
29 outubro 2006
28 outubro 2006
PRESSÃO DE TODOS OS LADOS
Por Vinicius Porto.
Não apenas os institutos de pesquisa, como também os veículos de comunicação que as divulgam estão sujeitos a toda espécie de pressão política para favorecer o grupo A ou B. O escândalo da Proconsult, que fez de Brizola inimigo nº 1 da Tv Globo, foi um caso extremo. Entretanto, é de um exagero absurdo afirmar que todos os institutos de pesquisa, acompanhados pelos meios de comunicação, estariam conspirando contra a candidatura Alckmin, engordando as intenções de voto no candidato petista em mais de 20%!!
Aliás, o comportamento dos principais veículos de comunicação, entre os quais a endividada Rede Globo (além de Época, Veja, Estado de São Paulo, etc.), vai no sentido exatamente oposto do que aponta Machado: há um apoio quase explicitado à candidatura do tucano. Basta dar uma olhada na cobertura jornalística dos escândalos de corrupção ocorridos na gestão Lula (mensalão, sangessugas, compra do dossiê, etc.), minimizando o envolvimento das forças políticas oposicionistas e negligenciando a participação da gestão passada em alguns deles ou em outros igualmente graves (FHC comprou votos para aprovar a emenda constitucional da reeleição; o valerioduto começou, em 1998, para financiar a candidatura de Eduardo Azeredo; cerca de 70% das ambulâncias superfaturadas foram repassadas, sob a batuta de Barjas Negri e José Serra à frente do Ministério da Saúde, tendo como beneficiários vários municípios do Estado de São Paulo, administrado por Geraldo Alckmin); insinuações (quase assertivas, embora embasadas no senso comum midiaticamente fabricado) de que o Presidente e seu Partido iriam entrar em colapso antes do fim do mandato (alguns meios de comunicação simplesmente entoaram o cântico da oposição de que Lula iria sangrar até a morte; Veja foi mais além, apoiando explicitamente a abertura de um processo de impeachment); comparações recorrentes entre os escândalos dos governos de Lula e de Collor (Veja já se referiu ao Presidente como Lulla - como o faz Machado no e-mail anexo); a divulgação, em conluio com o Delegado Edmilson Bruno (reconhecidamente guiado por razões eleitorais) das fotos do dinheiro para a compra do dossiê imediatamente antes das eleições (é bom recordar que Bruno o fez de forma ilegal; exigiu da imprensa, fora das dependências da Polícia Federal, que fosse divulgada a versão de que as fotos tinham sido roubadas e exigiu que seu conteúdo fosse exibido, no mesmo dia, no Jornal Nacional).
Outro reparo: a Confederação Nacional dos Transportes é responsável pela pesquisa divulgada pelo CNT/Sensus e nada tem a ver com o Vox Populli. Mais um: apenas os mais direitistas e conservadores enxergariam na Folha de São Paulo um veículo de comunicação esquerdista (se estivessem se referindo à Caros Amigos, tudo bem.). É simplesmente hilário referir-se ao jornal como PT Folha.
Em apertada síntese: é provável que alguns institutos de pesquisa utilizem métodos de aferição que não abordem de forma fidedigna as intenções de voto (daí a chamada margem de erro) e, em alguns casos, as falhas costumam supreender o eleitorado e analistas políticos no momento da divulgação do resultado das urnas: foi o que ocorreu na Bahia, quando, durante toda a campanha eleitoral, Paulo Souto era apresentado como franco favorito.
Não há dúvida de que o chamado "voto útil" ou "estratégico" costuma ser atraído para o candidato apontado como favorito. Mas, no caso das eleições presidenciais, em que Lula figura com mais de 20% de vantagem, acho pouco crível um erro generalizado (de mais de 20 pontos percentuais, repita-se) dos institutos de pesquisa. Além disso, por que os veículos de comunicação que apontei alhures não se levantaram, até o momento, para questionar a metodologia empregada? Afinal, o posicionamento deles durante o último governo foi de oposição implacável - o que é legítimo em um regime democrático (embora seja ilegítimo e criminoso omitir informações que desagradem ao conselho editorial e aos patrocinadores, mas que beneficiem o poder estabelecido, no caso a Administração lulista).
Aliás, o comportamento dos principais veículos de comunicação, entre os quais a endividada Rede Globo (além de Época, Veja, Estado de São Paulo, etc.), vai no sentido exatamente oposto do que aponta Machado: há um apoio quase explicitado à candidatura do tucano. Basta dar uma olhada na cobertura jornalística dos escândalos de corrupção ocorridos na gestão Lula (mensalão, sangessugas, compra do dossiê, etc.), minimizando o envolvimento das forças políticas oposicionistas e negligenciando a participação da gestão passada em alguns deles ou em outros igualmente graves (FHC comprou votos para aprovar a emenda constitucional da reeleição; o valerioduto começou, em 1998, para financiar a candidatura de Eduardo Azeredo; cerca de 70% das ambulâncias superfaturadas foram repassadas, sob a batuta de Barjas Negri e José Serra à frente do Ministério da Saúde, tendo como beneficiários vários municípios do Estado de São Paulo, administrado por Geraldo Alckmin); insinuações (quase assertivas, embora embasadas no senso comum midiaticamente fabricado) de que o Presidente e seu Partido iriam entrar em colapso antes do fim do mandato (alguns meios de comunicação simplesmente entoaram o cântico da oposição de que Lula iria sangrar até a morte; Veja foi mais além, apoiando explicitamente a abertura de um processo de impeachment); comparações recorrentes entre os escândalos dos governos de Lula e de Collor (Veja já se referiu ao Presidente como Lulla - como o faz Machado no e-mail anexo); a divulgação, em conluio com o Delegado Edmilson Bruno (reconhecidamente guiado por razões eleitorais) das fotos do dinheiro para a compra do dossiê imediatamente antes das eleições (é bom recordar que Bruno o fez de forma ilegal; exigiu da imprensa, fora das dependências da Polícia Federal, que fosse divulgada a versão de que as fotos tinham sido roubadas e exigiu que seu conteúdo fosse exibido, no mesmo dia, no Jornal Nacional).
Outro reparo: a Confederação Nacional dos Transportes é responsável pela pesquisa divulgada pelo CNT/Sensus e nada tem a ver com o Vox Populli. Mais um: apenas os mais direitistas e conservadores enxergariam na Folha de São Paulo um veículo de comunicação esquerdista (se estivessem se referindo à Caros Amigos, tudo bem.). É simplesmente hilário referir-se ao jornal como PT Folha.
Em apertada síntese: é provável que alguns institutos de pesquisa utilizem métodos de aferição que não abordem de forma fidedigna as intenções de voto (daí a chamada margem de erro) e, em alguns casos, as falhas costumam supreender o eleitorado e analistas políticos no momento da divulgação do resultado das urnas: foi o que ocorreu na Bahia, quando, durante toda a campanha eleitoral, Paulo Souto era apresentado como franco favorito.
Não há dúvida de que o chamado "voto útil" ou "estratégico" costuma ser atraído para o candidato apontado como favorito. Mas, no caso das eleições presidenciais, em que Lula figura com mais de 20% de vantagem, acho pouco crível um erro generalizado (de mais de 20 pontos percentuais, repita-se) dos institutos de pesquisa. Além disso, por que os veículos de comunicação que apontei alhures não se levantaram, até o momento, para questionar a metodologia empregada? Afinal, o posicionamento deles durante o último governo foi de oposição implacável - o que é legítimo em um regime democrático (embora seja ilegítimo e criminoso omitir informações que desagradem ao conselho editorial e aos patrocinadores, mas que beneficiem o poder estabelecido, no caso a Administração lulista).
27 outubro 2006
ELEIÇÃO GARANTE IMUNIDADE DA FALA, NÃO IMPUNIDADE AOS ATOS DO PETISMO CRIMINOSO
Sob apreciação judicial, é assim que Lula pode chegar ao segundo mandato, caso se confirmem os indicativos das pesquisas que nos apresentam. Não é nada de terceiro turno, na verdade trata-se mais de uma prorrogação do segundo turno ou segundo tempo como numa partida de futebol, mal comparando ao modo do presidente candidato, hajam vistas as caneladas e os gols marcados em situação de impedimento e que criam essa ilusão de elle é o melhor, quando de verdade, não é. Não, não é golpismo, não é terceiro turno, por que quem levou Lula para a prorrogação foram seus centroavantes, seus asseclas, segundo o próprio candidato presidente, uns aloprados. Ademais ninguém está acima da Lei, nem mesmo o próprio presidente e em havendo crime, havendo provocas e não sendo a eleição plebiscito de anistia, os responsáveis devem cumprir as penas que lhes são conseqüências da garantia do Estado de Direito. Já se foi o tempo em que prevalecia o princípio da impunidade para os amigos do Poder, onde valia a exceção para os companheiros e para os inimigos a lei.
24 outubro 2006
BLOGUEIRA BRASILEIRA É DESTAQUE
Tenho a blogueira jornalista Alcinéa Cavalcante, de Macapa, no Amapa, como simbolo da resistência a censura e incansável lutadora pelo direito à liberdade de expressão e manifestação do livre pensamento. Todos nós blogueiros que nos dedicamos a repercutir e comentar a política nacional e local acompanhamos a luta de Alcinéa pelas liberdades democráticas no Amapá e a perseguição implacável do Senador José Sarney que a todo custo tentou calar a colega que até hoje recorrer das ações de antedemocraticas do parlamentar maranhese.
Agora é nossa hora, vamos todos votar na colega para que ela obtenha destaque internacional e possa continuar sua luta. A vitória de Alcinéa Cavalcante é o nosso reconhecimento, a conquista de mais liberdade de expressão. Votem !
De Best of the blog
Um júri internacional de alto nível formado por jornalistas independentes, pesquisadores de mídia e peritos em weblog já escolheu os dez finalistas do Prêmio The Bobs ? Best of the blogs, , concedido pela Deutsche Welle International.Na categoria Reportrs Without Borders este blog é um dos dez finalistas e o único em língua portuguesa.Agora, o concurso entrou na última fase. No período de 23/10 a 11/11 serão escolhidos os vencedores dos prêmios dos usuários através de votação online.Clique aqui para votar neste blog e concorra a um iPod Vídeo.Obrigada.
A INVOLUÇÃO DO GOVERNO LULA E A DECISÃO CRUCIAL NA ECONOMIA
A decisão crucial na economia
De Liliana Lavoratti no Jornal do Brasil, em 24 de outubro de 2006.
"As questões dos gastos públicos e do tamanho do Estado no Brasil - tangenciadas pelas privatizações - ocuparam a agenda do debate eleitoral. Embora os candidatos não explicitem, por trás dessa discussão está uma decisão crucial de política econômica. O crescimento só acontecerá com aumento dos investimentos públicos, corte de despesas, inclusive nos programas sociais como o Bolsa Família, ou com a queda mais acelerada da taxa de juros Selic. Ou pelas duas coisas juntas." Leia mais
Involução
Do economista Gustavo Ioschpe na Folha de S.Paulo, em 24 de outubro de 2006.
De Liliana Lavoratti no Jornal do Brasil, em 24 de outubro de 2006.
"As questões dos gastos públicos e do tamanho do Estado no Brasil - tangenciadas pelas privatizações - ocuparam a agenda do debate eleitoral. Embora os candidatos não explicitem, por trás dessa discussão está uma decisão crucial de política econômica. O crescimento só acontecerá com aumento dos investimentos públicos, corte de despesas, inclusive nos programas sociais como o Bolsa Família, ou com a queda mais acelerada da taxa de juros Selic. Ou pelas duas coisas juntas." Leia mais
Involução
Do economista Gustavo Ioschpe na Folha de S.Paulo, em 24 de outubro de 2006.
O ser humano em geral e as vítimas da historiografia marxista (os brasileiros) em particular temos a tendência a acreditar que estamos numa evolução constante e que o progresso é inevitável. Mas essa esperança não é comprovada pela experiência histórica. Acredito estarmos passando agora por um momento de involução. Que parece programada para continuar.
O viés ideológico que fundou e animou o PT deixou de ser aplicável no começo dos anos 90. Lula se deu conta em 2002, e propôs um programa que era a negação de suas idéias dos 20 anos anteriores. Aproximou-se do centro para poder ser eleito e governar. Porém, não conseguiu gerar um projeto alternativo de país para preencher o vácuo que se instalara."
Assinante da Folha leia mais
21 outubro 2006
SE LULA NÃO SERVE PARA O IRMÃO, MUITO MENOS SERVIRÁ A NÓS
Irmão de Lula declara voto em Alckmin
Jackson critica corrupção e acusa petista de ´comer no mesmo prato´ de acusados
Por Ana Paula Scinocca, no Estadão, em 12 de outubro de 2006 - 13:41
SÃO PAULO - Jackson Inácio da Silva, um dos irmãos do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já definiu seu voto. Ao contrário do que se poderia imaginar, o mestre de obras de 52 anos - nove a menos do que o irmão presidente - vai repetir no dia 29 o que já fez no primeiro turno: votar em Geraldo Alckmin (PSDB).
Dizendo-se decepcionado com a gestão do irmão, que não vê desde a posse (em 1º de janeiro de 2003), Jackson afirmou que a administração de Lula é marcada pela escolha de uma equipe ruim.
Mal assessorado
"Ele é muito mal assessorado. Começou errando quando não soube escolher sua equipe", avaliou. "Não sou só eu quem está decepcionado com o governo Lula. É o Brasil inteiro", prosseguiu.
Jackson, que mora em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo, com a mulher e três filhos, lamenta os escândalos de corrupção que marcaram o governo do irmão mais velho. Mas diz não acreditar que Lula ´não sabia´ de nada.
"É impossível que ele não soubesse de nada. Seria muita ingenuidade acreditar nisso", disse ontem, em entrevista, por telefone, ao Estado de S. Paulo.
"Não era isso o que esperávamos dele. Todos esperávamos um governo com mais coerência", observou. Para Jackson, o governo do petista merece, no máximo, ´nota 5 ou 6´.
Ressentimento
O irmão do presidente-candidato vai além. Disse que Lula demorou para afastar os ministros envolvidos nos escândalos de corrupção e que continua tendo relacionamento estreito com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares - acusado de ser o operador do mensalão - e com José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil e deputado cassado. "Eles continuam todos comendo no mesmo prato", acusou.
Sobre a escolha de votar em Alckmin, Jackson disse que o tucano é, desde o início da campanha, a ´melhor opção´ apresentada. "Eu sou contra a reeleição, ainda mais no caso do governo Lula, que deixou a desejar". Além do mais, disse ele, "o Alckmin pode representar mudança." Jackson contou que desde que assumiu a Presidência o irmão nunca mais procurou a família. "Eu falo apenas com os meus irmãos de São Paulo, como o Frei Chico", disse.
"Mas agora acho que alguém vai me ligar para reclamar da minha decisão." E logo avisa: "Vou com o Alckmin. Não tem jeito."
19 outubro 2006
LULA PRIVATIZOU O ESTADO COM NOMEAÇÕES DE PETISTAS E ALIADOS
Geraldo Alckmin participou na tarde desta quarta-feira (18/10 de sabatina na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília. Em duas horas mostrou seus projetos para governar o Brasil e disse que as indicações de amigos e aliados por parte de Lula trazem graves prejuízos ao País. É inacreditável a privatização do aparelho estadal feita pelo PT e seus aliados. O que sabemos é apenas a ponta do iceberg. Vou 'despetizar' o governo, mas prestigiar funcionários de carreira", afirmou.
O evento na OAB, que seria um debate, transformou-se em sabatina porque Lula se recusou a enfrentar os advogados. Presidente da Ordem, Roberto Busato, lamentou: "estranhamos e lamentamos a recusa. O presidente Lula foi amigo dessa casa, quando ganhou guarida e abrigo ao ser perseguido pelo regime militar. Há uma contradição muito clara. O presidente Lula não participou dos debates no primeiro turno e disse que a hora dos debates era no segundo turno. E eu o convidei exatamente após o primeiro turno do domingo. Ele alegou agenda de campanha. Eu acho que os motivos ficaram um tanto contraditórios". Leia mais.
O evento na OAB, que seria um debate, transformou-se em sabatina porque Lula se recusou a enfrentar os advogados. Presidente da Ordem, Roberto Busato, lamentou: "estranhamos e lamentamos a recusa. O presidente Lula foi amigo dessa casa, quando ganhou guarida e abrigo ao ser perseguido pelo regime militar. Há uma contradição muito clara. O presidente Lula não participou dos debates no primeiro turno e disse que a hora dos debates era no segundo turno. E eu o convidei exatamente após o primeiro turno do domingo. Ele alegou agenda de campanha. Eu acho que os motivos ficaram um tanto contraditórios". Leia mais.
18 outubro 2006
BODE COMPANHEIRO E FEDORENTO
Enquanto procuram um outro bode expiatório para a crise gerada com a compra do dossiê fajuto, vamos analisando os atos das equipes do Governo Lula, os quais nos levam, pelos fatos reportados, a variadas conclusões. Por exemplo, vejamos as ações do MF, PF e COAF, entre outros órgãos do Governo Federal, eles são a prova concreta do aparelhamento do Estado executado pelo Governo Lula. A essa altura, não dá para confiar em ninguém, parece que todos os escalões do Governo, inclusive servidores de carreira são filiados ao PT e tudo fazem independentes de justificar os meios, para abafar casos e manter-se no Poder. Não é por ai, nem sempre os fins justificam os meios. Existem limites, não só éticos, como os da lei. Não vale tudo. Por que senão dá bode.
Olha o bode ai. Apesar de amigo, companheiro, ele é cabeludo, é bode velho, pé duro e mal cheiroso que estava na ante-sala do Gabinete do Presidente Lula. Mas o bode é tão mal cheiroso que até agora não arranjaram ninguém, nem para expiar o maldito bode. Por isso o Presidente Candidato tem dado expediente extra no Planalto. O problema é que enquanto o bode não fedia, era bem tratado por Lula e sua turma. Agora o bode, mau tratado e sentido saudades do seu criador Lula, onde tinha bom pasto no Planalto, onde atendia diariamente, teve seu sigilo bancário quebrado pela CPI. Eta bode danado, digo estimado.
A propósito do Bode, além de fedorento, segundo nos parece, ele ainda é militante do PT, militante só não, ele é filiado. Este bode que tinha cargo de assessor no gabinete do Presidente. Mas bode por bode e “bode” acreditar, bode muito mais problemático foi sacrificado. Este também vai ser. O detalhe mais interessante é que este bode esta parecendo Gerente de Caixa 2 , sucessor do “Nosso Delúbio Soares”. Primeiro tentaram camuflar o bode, estavam enfiando o bode debaixo do tapete, mas não deu certo. E agora, quebraram o sigilo do Bode e parece que vem bode atrás de bode. O pessoal da cúpula do PT confiou no Bode Assessor dileto do Presidente e lhe entregou a missão do dossiê e o incauto e afoito bode de confiança estragou tudo.
O Bode é tão sério que a oposição quer cuidar dele, inclusive após o segundo turno e até já deu nome para ele, para oposição ele é “Assessor”, já para o pessoal do PT o Bode se chama “Aloprado”, e até nós já escrevemos Bode como nome próprio, já com o “B” maiúsculo. Não vai demorar aparecer o nome completo do Bode, o qual para alguns tem não só nome, pré-nome, sobrenome, mas inclusive CPF. Já tem gente intrigada, querendo saber como um Bode que é muito, mas muito mais comum no Nordeste, passando por São Paulo, foi parar justo no Planalto, na ante sala do Chefão. Bode Aloprado só mesmo Freud para explicar.
Olha o bode ai. Apesar de amigo, companheiro, ele é cabeludo, é bode velho, pé duro e mal cheiroso que estava na ante-sala do Gabinete do Presidente Lula. Mas o bode é tão mal cheiroso que até agora não arranjaram ninguém, nem para expiar o maldito bode. Por isso o Presidente Candidato tem dado expediente extra no Planalto. O problema é que enquanto o bode não fedia, era bem tratado por Lula e sua turma. Agora o bode, mau tratado e sentido saudades do seu criador Lula, onde tinha bom pasto no Planalto, onde atendia diariamente, teve seu sigilo bancário quebrado pela CPI. Eta bode danado, digo estimado.
A propósito do Bode, além de fedorento, segundo nos parece, ele ainda é militante do PT, militante só não, ele é filiado. Este bode que tinha cargo de assessor no gabinete do Presidente. Mas bode por bode e “bode” acreditar, bode muito mais problemático foi sacrificado. Este também vai ser. O detalhe mais interessante é que este bode esta parecendo Gerente de Caixa 2 , sucessor do “Nosso Delúbio Soares”. Primeiro tentaram camuflar o bode, estavam enfiando o bode debaixo do tapete, mas não deu certo. E agora, quebraram o sigilo do Bode e parece que vem bode atrás de bode. O pessoal da cúpula do PT confiou no Bode Assessor dileto do Presidente e lhe entregou a missão do dossiê e o incauto e afoito bode de confiança estragou tudo.
O Bode é tão sério que a oposição quer cuidar dele, inclusive após o segundo turno e até já deu nome para ele, para oposição ele é “Assessor”, já para o pessoal do PT o Bode se chama “Aloprado”, e até nós já escrevemos Bode como nome próprio, já com o “B” maiúsculo. Não vai demorar aparecer o nome completo do Bode, o qual para alguns tem não só nome, pré-nome, sobrenome, mas inclusive CPF. Já tem gente intrigada, querendo saber como um Bode que é muito, mas muito mais comum no Nordeste, passando por São Paulo, foi parar justo no Planalto, na ante sala do Chefão. Bode Aloprado só mesmo Freud para explicar.
OPOSIÇÃO ACUSA LULA DE USAR MÁQUINA
Oposição acusa Lula de usar máquina e governistas comemoram pesquisa
Da FolhaNews, 18/10/2006, às 15h22ms - Aliado do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, o líder do PFL na Câmara, deputado Rodrigo Maia (RJ), avaliou nesta quarta-feira que o aumento da distância entre o tucano e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva --candidato do PT à reeleição--, revelado pela pesquisa Datafolha, deve-se a pouca audiência dos programas eleitorais no rádio e na televisão. O deputado aponta ainda para a estrutura da campanha do presidente Lula. "Acho que o número das pessoas que não estão acompanhando os programas eleitorais é desfavorável ao candidato Alckmin, que também tem uma estrutura de campanha muito menor do que o candidato Lula, que está usando a máquina pública de forma absurda, está mentindo muito, o que não é do feitio do Alckmin", afirmou, referindo-se ao discurso disseminado pela campanha petista de que, se eleito, Alckmin fará privatizações e promoverá demissão no setor público. Na análise do pefelista, o cenário será diferente quando o índice de 50% dos eleitores que não assistem aos programas eleitorais --captado por pesquisas internas -- ficar entre 25% e 20%. "Tenho certeza que teremos, quando o programa for mais assistido, o eleitor tomando sua decisão. No final da campanha, a disputa será muito apertada entre os dois candidatos", afirmou Maia. O deputado preferiu não expor críticas à condução da campanha de Alckmin e o que pode ser alterado para viabilizar o candidato. "Cabe ao coordenador da campanha tomar as posições cabíveis", justificou. Maia observou, no entanto, que o programa eleitoral de Alckmin na TV se mostrou eficiente no primeiro turno, indicando que uma mudança na campanha não passa por alterações na propaganda política. "O programa que levou o Alckmin numa situação muito boa para o segundo turno não pode ser um programa ruim, tem mais qualidades do que defeitos", disse. A reportagem apurou ainda que a oposição busca um discurso capaz de superar o da privatização. A avaliação é que o questionamento sobre a origem do R$ 1,7 milhão para a compra do dossiê antitucano já cansou o eleitorado e não deve surtir mais o efeito que teve no primeiro turno.
Aliados
Entre os aliados do presidente Lula, o resultado da pesquisa, que indica 20 pontos de vantagem do petista com relação a Alckmin, foi recebido com cautela. "A pesquisa é um retrato instantâneo, não pode substituir a campanha nem a livre movimentação dos eleitores. Já tivemos campanhas em que as pesquisas mostraram imensa vantagem para um candidato e, no final, o resultado foi diferente. Não podemos confiar nas pesquisas", disse o presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), que integra a articulação da campanha do presidente. O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), disse que a pesquisa revela consolidação da candidatura do presidente Lula e faz com que a oposição entre em desespero aumentando os ataques ao governo. "O ambiente está se consolidando e a oposição entra na fase de desespero final porque percebeu que o tipo de debate que está tentando fazer [sobre o dossiê] perdeu terreno, ao mesmo tempo em que admite que é favorável às privatizações", insistiu Fontana.
Tática
Os governistas se reuniram nesta quarta e decidiram não reagir a iniciativas da oposição de recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para pedir que acompanhem as investigações do dossiêgate. "Estamos tranqüilos porque o factóide da oposição não pode interferir no processo eleitoral", disse Fontana. Na próxima semana, os aliados de Lula no Congresso decidiram que, além da privatização, vão incorporar ao discurso cobranças sobre a proposta de corte de gastos de Alckmin. "Ele vai ter que dar conseqüência a isso. É muito importante que o povo saiba sobre o Estado mínimo que eles defendem", disse o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
LEI DO SILÊNCIO COM A COISA PÚBLICA
Segundo o ex-presidente do PT José Genoino, a proposito dos projetos históricos do Governo Lula: “Há muito mais nesses 26 anos: há um projeto de sociedade mais igualitária e humana, há a luta por liberdades e democracia, há a repulsão à injustiça e o horror ao desmando.”
Então vamos aos fatos, o “projeto de sociedade mais igualitária e humana” do PT e seu Governo, segundo o IBGE, cerca de 14 milhões de pessoas convivem com a fome no País e mais de 72 milhões de brasileiros estão em situação de insegurança alimentar - ou seja, dois em cada cinco brasileiros não têm garantia de acesso à alimentação em quantidade, qualidade e regularidade suficiente.
Na “luta por liberdade e democracia” que o PT e seu Governo promovem vale a lei do silêncio, o cinismo, a omissão, a conivência, em flagrante desrespeito aos princípios da liberdade e da democracia com transparência e respeito à coisa pública.
A “repulsão à injustiça e o horror ao desmando”, estão caracterizados pelos abusos cometidos não só enquanto o Partido dos Trabalhadores permite a seus dirigentes usurpar de recursos de origem duvidosa, executando com diversas mãos os desmandos que todos nos sabemos e ainda continuam impunes, por injustiça de sua base parlamentar coorporativa e autopiedosa.
Então vamos aos fatos, o “projeto de sociedade mais igualitária e humana” do PT e seu Governo, segundo o IBGE, cerca de 14 milhões de pessoas convivem com a fome no País e mais de 72 milhões de brasileiros estão em situação de insegurança alimentar - ou seja, dois em cada cinco brasileiros não têm garantia de acesso à alimentação em quantidade, qualidade e regularidade suficiente.
Na “luta por liberdade e democracia” que o PT e seu Governo promovem vale a lei do silêncio, o cinismo, a omissão, a conivência, em flagrante desrespeito aos princípios da liberdade e da democracia com transparência e respeito à coisa pública.
A “repulsão à injustiça e o horror ao desmando”, estão caracterizados pelos abusos cometidos não só enquanto o Partido dos Trabalhadores permite a seus dirigentes usurpar de recursos de origem duvidosa, executando com diversas mãos os desmandos que todos nos sabemos e ainda continuam impunes, por injustiça de sua base parlamentar coorporativa e autopiedosa.
De onde vem a dinheirama, l,7 milhões, para comprar o dossiê fajuto e para quem foi os 11 milhões em cartilhas distribuidas pelo PT ?
A HORA É AGORA !
Por Augusto de Franco
"Não fomos suficientemente firmes na denúncia política de todo esse descalabro no momento adequado. Não será agora, durante a campanha eleitoral, que conseguiremos despertar a população. Mas, para nos diferenciarmos da podridão reinante, temos a obrigação moral de não calar". Fernando Henrique Cardoso, "Carta aos Eleitores do PSDB" (07.09.06).
Agora é tarde? Sim, é tarde, por certo, para esperar – salvo um novo "milagre" – que a oposição consiga, na reta final da campanha, desvelar para a maioria da população o "banditismo de Estado" instaurado pelo governo Lula. Mas não é tarde para começar a organizar a resistência democrática no Brasil. A provável vitória de Lula só será equivalente a uma absolvição do chefe de governo e da quadrilha que se organizou no coração do Estado brasileiro se não houver uma oposição enraizada na sociedade (e não apenas representada figurativamente nos parlamentos) e disposta a resistir em defesa da democracia e do desenvolvimento. É agora, quando tem sobre si os holofotes, que Alckmin poderá lançar as sementes da nova oposição popular, começando a falar, no mínimo, para os quarenta milhões que o escolheram no primeiro turno. Senão quando? Quando voltar para casa, sem mandato, cabisbaixo, recebendo o conforto fraternal dos amigos dizendo-lhe que foi o "campeão moral" da disputa? É agora – não depois – que, além de orientar esse imenso contingente de cidadãos que já não querem mais saber de Lula, pode-se tentar falar para os que ainda resistem à verdade. A mensagem é simples: é necessário juntar os homens e as mulheres de bem do país para lutar contra o crime organizado no governo. O banditismo de Estado é um fator exterminador de desenvolvimento, numa proporção incomparavelmente superior àquela que poderia advir dos tradicionais desvios de conduta dos nossos chefes políticos ou de orientações programáticas erradas de nossos governos. Chegamos no limite: banditismo de Estado, a partir de certo grau, inviabiliza a própria idéia de desenvolvimento. Quando os responsáveis pelo governo do seu país se transformam, eles próprios, em bandidos, não lhe cabe outra coisa a fazer a não ser resistir.
Um golpe contra o processo democrático
Resistir agora, antes do desfecho do segundo turno, é denunciar o golpe contra o processo democrático que foi desferido pelo PT no governo.A campanha de Geraldo Alckmin deve servir para começar a moralizar o Brasil. Alckmin agora tem a obrigação moral e política de ser o porta-voz da decência, da lei, do Estado de Direito e da democracia. Basta ler a revista Veja que chegou às bancas para comprovar o acerto dessa orientação tática: o centro da questão, agora, é saber de onde veio o dinheiro e o grau de envolvimento dos homens de confiança de Lula (sobretudo Freud Godoy, mas também o Espinoza e vários outros como Bargas, Lorenzetti e Berzoini) na trama do falso-dossiê, que constitui um golpe contra o processo eleitoral. A oposição não pode ir para as urnas do dia 29 sem que o Brasil saiba as respostas. As eleições estão sob o efeito de um golpe que foi dado pelo governo (por auxiliares íntimos do presidente) contra o processo democrático. É hora de colocar a boca do trombone junto à imprensa nacional e internacional.
O futuro está sendo desenhado agora
São pequenas as chances de uma virada que ocorra em virtude de uma tomada de consciência da população. O momento de fazer isso já passou, quando Alckmin preferiu seguir outro caminho, da "acumulação primitiva" de popularidade – na base do "de grão em grão a galinha enche o papo" – confiante de que seduziria os eleitores lendo bons textos no teleprompter. Mas mesmo que sejam muito pequenas as chances de vitória de Alckmin, temos a obrigação de não calar e de fazer uma campanha que denuncie a podridão reinante no governo. Não apenas por obrigação moral, como assinalou Fernando Henrique, mas também por razões políticas. Eleito no segundo turno, Lula deverá prestar contas aos tribunais. E deverá sofrer um processo de impeachment. Para isso, entretanto, é necessário que a oposição partidário-parlamentar não se desorganize nem esmoreça. E é necessário que surja uma oposição mais enraizada na sociedade brasileira, um movimento em rede de resistência democrática capaz de impedir que o mal continue a graçar no Brasil, pervertendo a política e degenerando as instituições. Um segundo mandato de Lula não fará bem para a democracia e nem para o desenvolvimento. O prejuízo de deixar o país nas mãos de Lula por mais quatro longos anos será muito maior do que os riscos de removê-lo juridicamente ou por processo parlamentar, com base nas leis ou na Constituição Federal. Caso seja reeleito e continue no governo – sobretudo se a quadrilha não for desbaratada e os bandidos, punidos – caminharemos para um buraco negro da democracia e da liberdade no Brasil. Novamente faço aquela ressalva de praxe. É claro que sempre pode haver um "milagre", como, aliás, já ocorreu no primeiro turno. Mas sujeitos políticos responsáveis não podem contar com milagre, menos ainda contar com a repetição do milagre. Não é razoável que Alckmin permaneça rezando para aparecer um novo dossiê falso na cozinha do Alvorada. Com a eleição virtualmente ganha e sem necessidade de destruir reputações, eles agora não cometerão erros tão grosseiros. Acabou-se, portanto, o tempo de contar com a sorte. Acabou-se também o tempo da covardia e da preguiça, de ficar esperando que apareça algum desavisado para tirar do fogo as castanhas. Está chegando a hora de ver quem verdadeiramente tem a democracia como um valor fundamental na sua vida política.
Não ficar esperando os partidos
Em um momento gravíssimo como este que estamos vivendo, os democratas não podem ficar esperando tudo de partidos constituídos, em grande parte, como coligação de interesses e vaidades de atores individuais. É necessário que os cidadãos, seja na sociedade civil, seja no setor empresarial, seja, até mesmo, em governos éticos e democráticos que não aceitam a roubalheira petista, tomem a iniciativa de exigir o fim do banditismo de Estado – inclusive dos seus métodos de fundraising, como a "corrupção de Estado" – com a apuração dos delitos e a punição dos culpados.Se Lula for reeleito, a verdadeira luta contra os atentados que estão vitimando a democracia brasileira e inviabilizando nosso desenvolvimento humano e social sustentável estará apenas começando. Será uma luta árdua e de longa duração. As chances de sucesso dos democratas nessa luta dependem muito da maneira como as oposições se comportarem agora – ainda no segundo turno da eleições de 2006 – e no período imediatamente seguinte à derrota, se ela vier. Mas dependem também – e fundamentalmente – do que formos capazes de fazer, nós, os democratas, em termos de análise crítica, denúncia, proposição de alternativas, articulação de redes, organização de coletivos, blogs, sites, iniciativas de educação política e de mobilização. Estamos em um daqueles momentos nos quais parece que tudo o que foi feito antes não vale mais e o que será feito muito depois também não. Antes, já passou. Depois, "já era". A hora, portanto, é agora!
17 outubro 2006
ATÉ A VITÓRIA EM 29 DE OUTUBRO
FAÇA SUA PARTE !
Agora é mobilizar para dia 29 de outubro!
Nada mais de palavras. AÇÃO. Temos 6.000 e-mails. Se cada um tiver mais 10, somos 60.000.
Se cada um passar para 10, seremos 600.000. Caso cada blogueiro possa conseguir 10 votos para o GERALDO teremos 6.000.000.
Cada um tentando mais 10 votos chegaremos aos 60.000.000.
VITÓRIA! FOI ASSIM QUE GANHAMOS NO REFERENDO DO SIM E DO NÃO!
AÇÃO! LUTA!
NÃO PODEMOS FICAR PARADOS!
Não podemos admitir que a CORRUPÇÃO permaneça no PODER!
NÃO REELEJA!
VAMOS FAZER UM BRASIL MELHOR, SEM BANDIDOS NO PODER!!!
Nada mais de palavras. AÇÃO. Temos 6.000 e-mails. Se cada um tiver mais 10, somos 60.000.
Se cada um passar para 10, seremos 600.000. Caso cada blogueiro possa conseguir 10 votos para o GERALDO teremos 6.000.000.
Cada um tentando mais 10 votos chegaremos aos 60.000.000.
VITÓRIA! FOI ASSIM QUE GANHAMOS NO REFERENDO DO SIM E DO NÃO!
AÇÃO! LUTA!
NÃO PODEMOS FICAR PARADOS!
Não podemos admitir que a CORRUPÇÃO permaneça no PODER!
NÃO REELEJA!
VAMOS FAZER UM BRASIL MELHOR, SEM BANDIDOS NO PODER!!!
16 outubro 2006
BRIZOLA ESTRIBUCHA NA SEPULTURA
O PDT acaba de desonrar a memória de Leonel Brizola - um dos primeiros políticos a criticar Lula - ao dizer que ficará "neutro" na disputa eleitoral, os membros do Partido Democratico Trabalhista fazem Leonel Brizola estribuchar na sepultura. "Ora, não há neutralidade ante as quadrilhas que o lulo-petismo instalou no poder: ou se é contra, ou se é cúmplice, diria Brizola. Cristovam Buarque e seu partido escolheram a segunda alternativa. Nem os candidatos nem os partidos envolvidos na disputa são iguais. E pensar que Cristovam falava em educação! Educar fechando os olhos à corrupção? Que grande exemplo! Não é o que pensava o criador das escolas integrais do Rio de Janeiro. Fonte: texto original do Professor Orlando Tambosi.
LULA CENSURA NOTÍCIAS DO DOSSIÊ
16/10/2006 14:00 Cláudio Humebrto
Lula quer censurar gangue do dossiê na TV.
O presidente Lula quer que a campanha tucana pare de mencionar a gangue do dossiê, na tevê. Pela segunda vez, a campanha petista protocolou no Tribunal Superior Eleitoral um pedido de suspensão da publicidade política que cita o dossiê e faz a cobrança: Lula "até agora não informou a origem do dinheiro – R$ 1,7 milhão”. No sábado, o TSE negou o pedido de liminar que pretendia censurar uma peça publicitária do PSDB com o mesmo tema.
"AUMENTA O PERIGO DE CORRUPÇÃO"
Muitas pessoas imaginam que, pilhados, os petistas no governo venham a tratar a coisa pública com menos desrespeito neste ano e pouco que falta para o final de seu primeiro mandato.
Ledo engano, avisa o ex-petista Fernando Gabeira: se eles perceberem claramente que ficarão muitos anos fora dos centros decisórios de poder, tenderão a uma rapinagem ainda maior em busca de fazer um caixa para manter-se durante os tempos de ostracismo que virão. É o “salve-se quem puder”. Cabe, sim, redobrar a vigilância! Fonte: Lázaro Curvêlo Chaves, em 22 de setembro de 2006. Clique aqui e leia mais.
Pote de mágoa. Maria Isabel Fonseca, mulher de Lacerda e ex-secretária adjunta de Administração da Prefeitura de Guarulhos, não está nada satisfeita com o tratamento dispensado por Mercadante a seu marido. Já sugeriu que, se exagerarem na dose, vai sobrar para mais gente."
As cartilhas, estas sim foram feitas pela SECOM, órgão da Presidência da República, com intuito promocional de Lula, com recursos públicos, superfaturados, distribuídos pelo PT como propaganda política e ainda pode ter alguma agência por trás recebendo a parte superfaturada como pagamento pela campanha, mesmo que isto tenha sido planejado em 2004. Além disto, orando pela cartilha pode se rastrear quem levou e distribuíu os recursos superfaturados, comumente feitos por gráficas e agências de publicidades, em geral parceiras neste tipo de operação. Não é difícil. Além do mais as despesas com a cartilha já foram reprovadas pelo TCU e só por que os ministros de lá entraram de férias, não é motivo para esquecer o assunto.
CONFISSÃO POR ESCRITO,afirma o Senador Aluízio Mercadante: “Neste ano, por ocasião do depoimento de Luiz Antonio Vedoin no Conselho de Ética do Senado, Bargas, acompanhado de Expedito Antônio Veloso, que eu não conhecia, procurou a mim e à senadora Ideli Salvatti em meu gabinete em Brasília. Ele sugeriu que o PT utilizasse a audiência para vincular José Serra, Barjas Negri e Abel Pereira ao "esquema sanguessuga".
Eu não aceitei e pedi aos senadores da bancada que não utilizassem o Conselho para uso eleitoral, no que fui atendido. Por último, destaco que Bargas é importante historiador do movimento sindical do ABC paulista e da CUT. Como profissional competente, ele sabe que, apesar de sua participação nesse lamentável episódio do dossiê, o qual eu jamais apoiaria ou me associaria, sua contribuição para a construção do PT e, em especial, da CUT, jamais será apagada."
ALOIZIO MERCADANTE, senador pelo PT-SP (Brasília, DF)
Resposta da jornalista Renata Lo Prete, editora do "Painel" - É digno de nota que o missivista revele ter sido procurado por dois dos homens do dossiê, antes da eclosão do escândalo, para que utilizasse o depoimento de Luiz Antonio Vedoin no Conselho de Ética do Senado de forma a "vincular José Serra ao esquema sanguessuga". Assinantes da Folha, leia mais aqui.
Ledo engano, avisa o ex-petista Fernando Gabeira: se eles perceberem claramente que ficarão muitos anos fora dos centros decisórios de poder, tenderão a uma rapinagem ainda maior em busca de fazer um caixa para manter-se durante os tempos de ostracismo que virão. É o “salve-se quem puder”. Cabe, sim, redobrar a vigilância! Fonte: Lázaro Curvêlo Chaves, em 22 de setembro de 2006. Clique aqui e leia mais.
Pote de mágoa. Maria Isabel Fonseca, mulher de Lacerda e ex-secretária adjunta de Administração da Prefeitura de Guarulhos, não está nada satisfeita com o tratamento dispensado por Mercadante a seu marido. Já sugeriu que, se exagerarem na dose, vai sobrar para mais gente."
As cartilhas, estas sim foram feitas pela SECOM, órgão da Presidência da República, com intuito promocional de Lula, com recursos públicos, superfaturados, distribuídos pelo PT como propaganda política e ainda pode ter alguma agência por trás recebendo a parte superfaturada como pagamento pela campanha, mesmo que isto tenha sido planejado em 2004. Além disto, orando pela cartilha pode se rastrear quem levou e distribuíu os recursos superfaturados, comumente feitos por gráficas e agências de publicidades, em geral parceiras neste tipo de operação. Não é difícil. Além do mais as despesas com a cartilha já foram reprovadas pelo TCU e só por que os ministros de lá entraram de férias, não é motivo para esquecer o assunto.
CONFISSÃO POR ESCRITO,afirma o Senador Aluízio Mercadante: “Neste ano, por ocasião do depoimento de Luiz Antonio Vedoin no Conselho de Ética do Senado, Bargas, acompanhado de Expedito Antônio Veloso, que eu não conhecia, procurou a mim e à senadora Ideli Salvatti em meu gabinete em Brasília. Ele sugeriu que o PT utilizasse a audiência para vincular José Serra, Barjas Negri e Abel Pereira ao "esquema sanguessuga".
Eu não aceitei e pedi aos senadores da bancada que não utilizassem o Conselho para uso eleitoral, no que fui atendido. Por último, destaco que Bargas é importante historiador do movimento sindical do ABC paulista e da CUT. Como profissional competente, ele sabe que, apesar de sua participação nesse lamentável episódio do dossiê, o qual eu jamais apoiaria ou me associaria, sua contribuição para a construção do PT e, em especial, da CUT, jamais será apagada."
ALOIZIO MERCADANTE, senador pelo PT-SP (Brasília, DF)
Resposta da jornalista Renata Lo Prete, editora do "Painel" - É digno de nota que o missivista revele ter sido procurado por dois dos homens do dossiê, antes da eclosão do escândalo, para que utilizasse o depoimento de Luiz Antonio Vedoin no Conselho de Ética do Senado de forma a "vincular José Serra ao esquema sanguessuga". Assinantes da Folha, leia mais aqui.
10 outubro 2006
DEBATE ÉTICO: PEDIU E NÃO AGUENTOU. E AGORA LULA ?
Por Jarbas Cordeiro de Campos, jornalista, editor do Blog APARTE.
A propósito do debate deste domingo que passou, existem duas formas de vê-lo. Uma como quem está reportando e comentando os fatos e outra como analista político que comenta as conseqüências, fazendo juízo de valores. São dois jornalistas produzindo a mesma notícia de ângulos diferentes. Essa é uma característica do jornalismo em todo mundo. O que não perdoável é um jornalista se sujeitar a fazer jornalismo de empresa, do patrão, ai a coisa se complica, se confunde com a imprensa "marrom", servindo a interesses governamentais e/ou econômicos/financeiros privados com propósitos intervencionistas.
A partir da internet, da revista e do jornal on line, dos blogs e outras formas real time, surge o jornalismo independente, alternativo, mais opinativo do que a antiga imprensa nanica, hoje totalmente sem fronteira. É a liberdade de expressão e manifestação ganhando o mundo. É preciso muito cuidado. Estar antenado, a sintonia é fina, dada a pluralidade de opiniões. A adversidade tem que ser respeitada, senão será transformada em rixa pessoal, quando na realidade é apenas um confronto de idéias, o sempre e salutar contraditório que forma e informa e esclarece, permitindo melhor entendimento e tomada de decisões, seja no seguimento político, econômico, cultural, esportivo, ou qualquer formato segmentado da sociedade moderna. Todo jornalista se ainda não tem, vai ter um blog, pressupostamente independente, mas com todas analises e ilações repletas de seus juízos de valores.
Que o candidato presidente perdeu o debate é um fato. E fato é algo acontecido, testemunhado e de conhecimento de todos, certo! Tanto é verdade esta conclusão que hoje, esta semana, todos os membros do governo estão ocupados em desconstruir está verdade.
Insistem na mentira, repetindo exaustivamente até que ela possa parecer o que não é, verdade. Desta vez não dará certo. Vai ser outro tiro no pé, o Governo querer demonstrar o contrário dos fatos. Vai provocar indignação naquela pequena faixa de eleitores que lhe dá essa modesta vantagem. Contestar o incontestável é o mesmo que errar duas vezes. Como já dizia meu avô, mentira tem pernas curtas. Pediram, alardearam aos quatro cantos que queriam discutir ética e não resistiram, não tiveram argumentos suficientes para encobrir a montanha de fatos que denigrem a imagem deste governo e seu presidente candidato.
Querem e precisam mudar a pauta proposta por eles mesmos, mas não podem faze-lo sem antes dar as respostas para as perguntas que não querem calar. O que antes era “Agora é Lula”, virou E agora Lula ? Como sair desta ?
A propósito do debate deste domingo que passou, existem duas formas de vê-lo. Uma como quem está reportando e comentando os fatos e outra como analista político que comenta as conseqüências, fazendo juízo de valores. São dois jornalistas produzindo a mesma notícia de ângulos diferentes. Essa é uma característica do jornalismo em todo mundo. O que não perdoável é um jornalista se sujeitar a fazer jornalismo de empresa, do patrão, ai a coisa se complica, se confunde com a imprensa "marrom", servindo a interesses governamentais e/ou econômicos/financeiros privados com propósitos intervencionistas.
A partir da internet, da revista e do jornal on line, dos blogs e outras formas real time, surge o jornalismo independente, alternativo, mais opinativo do que a antiga imprensa nanica, hoje totalmente sem fronteira. É a liberdade de expressão e manifestação ganhando o mundo. É preciso muito cuidado. Estar antenado, a sintonia é fina, dada a pluralidade de opiniões. A adversidade tem que ser respeitada, senão será transformada em rixa pessoal, quando na realidade é apenas um confronto de idéias, o sempre e salutar contraditório que forma e informa e esclarece, permitindo melhor entendimento e tomada de decisões, seja no seguimento político, econômico, cultural, esportivo, ou qualquer formato segmentado da sociedade moderna. Todo jornalista se ainda não tem, vai ter um blog, pressupostamente independente, mas com todas analises e ilações repletas de seus juízos de valores.
Que o candidato presidente perdeu o debate é um fato. E fato é algo acontecido, testemunhado e de conhecimento de todos, certo! Tanto é verdade esta conclusão que hoje, esta semana, todos os membros do governo estão ocupados em desconstruir está verdade.
Insistem na mentira, repetindo exaustivamente até que ela possa parecer o que não é, verdade. Desta vez não dará certo. Vai ser outro tiro no pé, o Governo querer demonstrar o contrário dos fatos. Vai provocar indignação naquela pequena faixa de eleitores que lhe dá essa modesta vantagem. Contestar o incontestável é o mesmo que errar duas vezes. Como já dizia meu avô, mentira tem pernas curtas. Pediram, alardearam aos quatro cantos que queriam discutir ética e não resistiram, não tiveram argumentos suficientes para encobrir a montanha de fatos que denigrem a imagem deste governo e seu presidente candidato.
Querem e precisam mudar a pauta proposta por eles mesmos, mas não podem faze-lo sem antes dar as respostas para as perguntas que não querem calar. O que antes era “Agora é Lula”, virou E agora Lula ? Como sair desta ?
NA SALA, BODE AMIGO, MAS VELHO, FEIO E FEDORENTO POR DEMAIS.
QUEM OBSTRUI A JUSTIÇA PRECISA DE CADEIA
“Ontem pensei que não estava na frente de um candidato, pensei que estava na frente de um delegado de porta de cadeia.” Lula sobre a postura agressiva de Alckmin no debate da Bandeirantes.
Realmente quem obstruiu a justiça, trabalhos de investigações de atos de corrupção, acobertando criminosos, seus subordinados e companheiros de partidos tem que dar explicações a um delegado de polícia.
Foi o próprio candidato presidente que há poucos dias atrás afirmou que quem faz acordo com bandidos, passa a parecer com bandido, não é mesmo ? Foi uma pena, por que era apenas um debate e não um depoimento na delegacia transmitido pela televisão, mas que acabou tendo o mesmo efeito, não tão eficiente até por que Alckmin não entende nada de interrogatório. Faltou ali o saudoso delegado Romeu Tuma, o pai para inquirir o principal responsável pelas falcatruas do atual Governo. A obstrução continua até que encontrem o bode expiatório, mas que não seja aquele amigo, velho, feio e fedorento que fica na sala do chefe. Quem sabe até o dia 27 ou 28 tudo pode mudar, com a ajuda de nossos corajosos e estatutários policiais federais que devem dar satisfação, como sempre deram a sociedade brasileira.
“Ontem pensei que não estava na frente de um candidato, pensei que estava na frente de um delegado de porta de cadeia.” Lula sobre a postura agressiva de Alckmin no debate da Bandeirantes.
Realmente quem obstruiu a justiça, trabalhos de investigações de atos de corrupção, acobertando criminosos, seus subordinados e companheiros de partidos tem que dar explicações a um delegado de polícia.
Foi o próprio candidato presidente que há poucos dias atrás afirmou que quem faz acordo com bandidos, passa a parecer com bandido, não é mesmo ? Foi uma pena, por que era apenas um debate e não um depoimento na delegacia transmitido pela televisão, mas que acabou tendo o mesmo efeito, não tão eficiente até por que Alckmin não entende nada de interrogatório. Faltou ali o saudoso delegado Romeu Tuma, o pai para inquirir o principal responsável pelas falcatruas do atual Governo. A obstrução continua até que encontrem o bode expiatório, mas que não seja aquele amigo, velho, feio e fedorento que fica na sala do chefe. Quem sabe até o dia 27 ou 28 tudo pode mudar, com a ajuda de nossos corajosos e estatutários policiais federais que devem dar satisfação, como sempre deram a sociedade brasileira.
09 outubro 2006
QUE RÉGUA MEDE O GOVERNO LULA ?
“Não me meça pela sua régua”.
Nem Alckmin, nem o povo brasileiro querem ser medidos pela régua do Governo Lula. Por que ? Simplesmente por que a régua do presidente candidato é aferida pela corrupção, pelos mensaleiros e sanguessugas os quais são desprovidos de princípios éticos, morais e suas medidas não conferem com as exigências mínimas da sociedade que exige transparência, honrabilidade, probidade administrativa e cuidado com a coisa pública.
Além transmitir ao presidente candidato o sentimento do povo brasileiro, Alckmin foi incisivo ao perguntar de onde vem o dinheiro para pagamento do dossiê fajuto armado pelos petistas aloprados do terceiro andar do Planalto. Geraldo Alckmin, foi além, manifestou sua estranheza do gosto pela mordomia com o luxo do aerolula e as altas despesas com o cartão de crédito do planalto, cujas altas despesas, hoje são tidas como segredos de estado, então desafiou o candidato presidente a abri-las. Alckmin foi irreparável, perguntou ao candidato presidente o que o povo quer saber e a imprensa interessa noticiar. Indagou sobre o sumiço de 11 milhões em cartilhas confeccionadas pela SECOM e distribuídas pelo PT e não esqueceu do exorbitante gasto com publicidade no semestre que antecede este pleito. E ainda falou de seus planos de governo. Sem respostas, do início ao fim do debate, Lula demonstrou-se nervoso – boca seca, bebendo água que não te cabia - assustado, surpreendido e irritado foi embora derrotado, deixando para trás para dar inexplicáveis explicações, Marta Suplicy e Marco Aurélio, o casal de atônitos e sem palavras.
Nem Alckmin, nem o povo brasileiro querem ser medidos pela régua do Governo Lula. Por que ? Simplesmente por que a régua do presidente candidato é aferida pela corrupção, pelos mensaleiros e sanguessugas os quais são desprovidos de princípios éticos, morais e suas medidas não conferem com as exigências mínimas da sociedade que exige transparência, honrabilidade, probidade administrativa e cuidado com a coisa pública.
Além transmitir ao presidente candidato o sentimento do povo brasileiro, Alckmin foi incisivo ao perguntar de onde vem o dinheiro para pagamento do dossiê fajuto armado pelos petistas aloprados do terceiro andar do Planalto. Geraldo Alckmin, foi além, manifestou sua estranheza do gosto pela mordomia com o luxo do aerolula e as altas despesas com o cartão de crédito do planalto, cujas altas despesas, hoje são tidas como segredos de estado, então desafiou o candidato presidente a abri-las. Alckmin foi irreparável, perguntou ao candidato presidente o que o povo quer saber e a imprensa interessa noticiar. Indagou sobre o sumiço de 11 milhões em cartilhas confeccionadas pela SECOM e distribuídas pelo PT e não esqueceu do exorbitante gasto com publicidade no semestre que antecede este pleito. E ainda falou de seus planos de governo. Sem respostas, do início ao fim do debate, Lula demonstrou-se nervoso – boca seca, bebendo água que não te cabia - assustado, surpreendido e irritado foi embora derrotado, deixando para trás para dar inexplicáveis explicações, Marta Suplicy e Marco Aurélio, o casal de atônitos e sem palavras.
CHUCHU VIROU PIMENTA NOS OLHOS DE LULA E DOS PETISTAS
FONTE DOS COMENTÁRIOS ABAIXO: BLOG DO NOBLAT.
“Sinceramente....quase me deu pena do Lula. Mas aí eu lembrei da pachorra dele nos palanques da semana passada, dizendo que ganharia no primeiro turno. Lembrei dele dizendo, na sexta-feira, que decidiria esta eleição no debate de hoje. Lembrei dele vociferando nos palanques nordestinos que queria discutir corrupção. Aí o sentimento de pena passou e eu disse: " Bate, doutor" , afirma Nariz Geraldo.
"Jamanta ainda está desequilibrado. Jamanta assistiu a todos os debates presidenciais já feitos neste país. Geraldo foi o mais incisivo, contundente é senhor dos debates em segundo turno. Dominou desde oinício e pautou Lula, que bebeu um garrafão de água. Ainda hoje Jamanta questionava por quê o governo moveu mundos e fundos para que o candidato fosse o Serra, eles tinham o perfil de Geraldo num debate. Jamanta está desequilibrado,"diz Jamanta.
"Agora sim ! Lula e principalmente os aloprados de partido estão percebendo os efeitos deletérios de certos líquidos na dieta presidencial. O pior é que a reversão do quadro de falência mental não se reverte num passe de marketing político. Essa nem Duda resolve", afirma Harp Randon.
"Estou feliz demais tbm pelo resultado de hoje. O Chuchu virou pimenta, mas quem ficou vermelho de vergonha foi o Lula. Quem viu o BandNews depois notou. Ele estava parecendo o Maguila depois daquela luta contra o Hollyfield. Grogue, nocauteado surprendentemente. Fico triste pelo massacre que Lula promoveu. MASSACRE AO NOSSO IDIOMA. Vergonhoso... Mas sei lah, nem vamos criticar muito esse lado pois muitos que falam e escrevem errado podem ficar mais fiéis e propensos ao voto ignorante.," Mecha
"Lula acabou. Já era. Pode ir preparando as malas para voltar a SBCampo. Malcomparando o debate a uma tourada. Alckimin soube conduzir com maestria. Irritanto, estocando e bailando, o Touro estava furioso mas não conseguia acertar uma sequer. A estocada final ( a venda do aerolulla ) foi magistral. Se alguém neste nosso imenso Brasil ainda não conhecia o nosso grande Geraldo...a partir de agora ele estará em todos os lares e todos os bares. Grande Geraldo, se o golpe foi planejado excelente. Se foi inspiração do momento deve ter sido algo sobrenatural".... entende Showmustgoon.
"Jamanta ainda está desequilibrado. Jamanta assistiu a todos os debates presidenciais já feitos neste país. Geraldo foi o mais incisivo, contundente é senhor dos debates em segundo turno. Dominou desde oinício e pautou Lula, que bebeu um garrafão de água. Ainda hoje Jamanta questionava por quê o governo moveu mundos e fundos para que o candidato fosse o Serra, eles tinham o perfil de Geraldo num debate. Jamanta está desequilibrado,"diz Jamanta.
"Agora sim ! Lula e principalmente os aloprados de partido estão percebendo os efeitos deletérios de certos líquidos na dieta presidencial. O pior é que a reversão do quadro de falência mental não se reverte num passe de marketing político. Essa nem Duda resolve", afirma Harp Randon.
"Estou feliz demais tbm pelo resultado de hoje. O Chuchu virou pimenta, mas quem ficou vermelho de vergonha foi o Lula. Quem viu o BandNews depois notou. Ele estava parecendo o Maguila depois daquela luta contra o Hollyfield. Grogue, nocauteado surprendentemente. Fico triste pelo massacre que Lula promoveu. MASSACRE AO NOSSO IDIOMA. Vergonhoso... Mas sei lah, nem vamos criticar muito esse lado pois muitos que falam e escrevem errado podem ficar mais fiéis e propensos ao voto ignorante.," Mecha
"Lula acabou. Já era. Pode ir preparando as malas para voltar a SBCampo. Malcomparando o debate a uma tourada. Alckimin soube conduzir com maestria. Irritanto, estocando e bailando, o Touro estava furioso mas não conseguia acertar uma sequer. A estocada final ( a venda do aerolulla ) foi magistral. Se alguém neste nosso imenso Brasil ainda não conhecia o nosso grande Geraldo...a partir de agora ele estará em todos os lares e todos os bares. Grande Geraldo, se o golpe foi planejado excelente. Se foi inspiração do momento deve ter sido algo sobrenatural".... entende Showmustgoon.
07 outubro 2006
AO PLANALTO PASSANDO POR MINAS
PSDB contesta ‘mentira do PT’ sobre articulações para 2010 em Minas
Por Isabella Souto e Leonardo Augusto do Estado de Minas, em 07/10/2006.
Coordenador da campanha tucana nega que vitória de Geraldo Alckmin dificultará pretensões mineiras para 2010 e promete agenda repleta A reação da coordenação da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à iniciativa de líderes da campanha do presidente Lula à reeleição de buscarem apoio de prefeitos mineiros das diversas legendas foi imediata. A informação é de que o candidato virá a Minas Gerais pelo menos três vezes até o dia das eleições – a primeira delas na terça-feira, para reunião política em Belo Horizonte – e colará, cada vez mais, a candidatura tucana à imagem de Aécio Neves (PSDB). O governador mineiro fará viagens por outros estados ao lado de Alckmin e aparecerá em seu programa de televisão. Aliados de Aécio também estarão à disposição da candidatura presidencial do PSDB. Fonte: Jornal Estado de Minas.
Assinar:
Postagens (Atom)