QUEM DIRIA, LOGO O PT - ANTE PRIVATIZAÇÃO É QUE ESTÁ VENDENDO O MAIOR PATRIMÔNIO DO BRASIL
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Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
30 junho 2015
Situação de desigualdade extrema pode levar a descontentamento geral e ameaça os valores democráticos ou nos levar a uma nova guerra mundial
Ponto de vista interessante!!
Veja só a posição de um “arauto” da turma de Wall Street
em função do crescimento das tensões geopolíticas no mundo!!!!!!!! E a
analise não contempla nenhuma saída para o dilema que não seja uma Guerra
Mundial...uma guerra para a qual as potencias ocidentais não estão preparadas
para vencer desta vez!!!!!!!!!
É este motivo que leva a escola em volta de Thomas Piketti a
crescer da forma que esta crescendo e ganhando influência. (até mesmo o grupo
em torno de George Soros esta aderindo a esta escola).
Seu estudo sobre a concentração de riqueza e a evolução da
desigualdade ganhou manchetes nos principais jornais do mundo, gerou discussões
nas redes sociais e colheu comentários e elogios de diversos ganhadores do
Prêmio Nobel.
Foram
quinze anos de pesquisas incansáveis, e as ideias que ele expôs no livro “O
Capital no século XXI” se apoia em dados que remontam ao século XVIII, provenientes
de mais de vinte países, para chegar a conclusões explosivas. O crescimento
econômico e a difusão do conhecimento impediram que fosse concretizado o
cenário apocalíptico previsto por Karl Marx no século XIX. Porém, os
registros históricos demonstram que o capitalismo tende a criar um círculo
vicioso de desigualdade, pois, no longo prazo, a taxa de retorno sobre os
ativos é maior que o ritmo do crescimento econômico, o que se traduz numa
concentração cada vez maior da riqueza. Ou seja, a taxa de retorno financeira
que os facínoras de Wall Street cada vez mais alavancam , não são
sustentados por aumento real de retorno de negócios do mundo real.
Uma situação de desigualdade extrema pode levar a um descontentamento geral e
até ameaçar os valores democráticos ou nos levar a uma nova guerra mundial. Mas
Piketty lembra também que a intervenção política já foi capaz de reverter tal
quadro no passado e poderá voltar a fazê-lo.
A
turma que esta apoiando Piketti (com o apoio importante agora do Grupo Soros),
sempre aponta para a contradição fundamental na relação entre o crescimento
econômico e o rendimento do capital.
23 junho 2015
IDEOLOGIA DE GENERO, INCUTINDO O HOMOSSEXUALISMO.
Por Chico Nascimento
Está em discussão acirrada – ao
mesmo tempo, camuflada e obscurantista - em algumas câmaras municipais
brasileiras, em nossos dias, a chamada “Ideologia de Gênero”, uma proposta de
cunho marxista que está deixando preocupada a maioria dos bispos católicos,
principalmente de dioceses interioranas. E não é para menos, por se tratar de
um assunto que põe em risco iminente a família, a comunidade e até a nação.
Pior ainda, assunto debatido por gente – em boa parte, bastante leiga e
despreparada e que forma a maioria dos nossos vereadores - que irá interferir
na educação de nossas crianças através dos planos municipais de educação, o
PME.
Trata-se de um ideário que nem
discussão merece, abominável que é em sua essência, descabida quanto a
natureza, razão e ciência – sem falar nos fundamentos bíblicos, religiosos,
éticos e morais. Essa ideologia estabelece que o homem e a mulher não se diferem pelo sexo,
mas sim pelo gênero, sendo que este não possui “base biológica”, apenas
sociocultural. Até
a pouco tempo falar de gênero era distinguir o masculino do feminino e
vice-versa. Agora resolveram ampliar e diferenciar essa concepção de gênero,
causando uma profunda confusão de conceitos, princípios e regras. É uma infernal
teoria que veio para atazanar a cabeça das pessoas.
De acordo com essa ideologia – também conhecida como
“Ideologia da Ausência de Sexo” ou “Identidade de Gênero” – prega a autonomia
da pessoa na definição da própria sexualidade. Noutras palavras, a criança
nasce sem sexo definido, e quem decidirá sobre sua orientação sexual, ou seja,
se será homem ou mulher, gay, lésbica, bi ou heterossexual no futuro é a
própria pessoa. E, por consequência, isso é que definirá os papéis sociais,
isto é, o que cada pessoa quer ser e fazer na vida, não só em termos
profissionais.
Assim, em alguns países como a Holanda e Suécia já existem escolas para crianças, onde não se pode
chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças, porque eles
devem decidir quando crescerem se serão homens ou mulheres, o que é
antinatural. Banheiros são iguais, sem distinção. Reuniões de pais já não fazem
sentido, já que há crianças criadas em “lares” onde os tutores são
homoafetivos. Os meninos podem brincar de boneca e de “casinha” e as meninas,
de carrinhos, de soldados, ou bater uma “peladinha” de futebol.
Acontece
que a ditadura da identidade de gênero, felizmente, vem sofrendo biológica e
natural rejeição em alguns países europeus, entre os quais, a Noruega, tida
como a mais avançada sociedade moderna, apesar da campanha da mídia naquele
país, há 15 anos, tentando mudar os hábitos da população. A frustração dos
idealizadores da nova sociedade de liberdade individualista é notória: uma
pesquisa feita por um apresentador de TV comprovou que os meninos continuam
buscando os brinquedos de carrinhos, bolas e soldadinhos; as meninas não largam
mão das bonecas e de suas casinhas; os homens preferindo ser chefes de família,
engenheiros, técnicos, pedreiros, mecânicos; e as mulheres vislumbrando a
maternidade e fugindo das ciências e atividades “exatas”, preferindo profissões
mais humanas, como educadoras, enfermeiras, assistentes sociais, etc. Essa
aloucada androginia mostra que tem pernas curtas. Não se mexe naquilo que Deus
fez!
Todavia,
todo o cuidado é pouco. O mal se instala de forma sutil, quase imperceptível. No
Brasil, depois de ser rejeitada no Congresso Nacional, a Ideologia do Gênero
está sendo impetrada goela abaixo através das câmaras municipais, a revelia da
população distraída com campeonatos de futebol, noticiários de violência, novelas
e novidades tecnológicas da mídia eletrônica como os whatsaps. Parece ser uma
ideologia do bem, porque vem disfarçada “com bons sentimentos e em nome de um alegado
progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo”, foi categórico o
papa Bento XVI discursando sobre o assunto à cúria romana, em dezembro de 2012.
“Por isso - continuou o pontífice - a Igreja Católica reafirma o seu
assentimento em relação à dignidade e à beleza do casamento como uma expressão
da aliança fiel e generosa entre uma mulher e um homem, e recusa e refuta as
filosofias de gênero, porque a reciprocidade entre o homem e a mulher é a
expressão da beleza da Natureza pretendida pelo Criador”. Recentemente, em sua
catequese sobre a família, o papa Francisco ressaltou a beleza da diferença do
ser homem e ser mulher. Essas diferenças que, segundo ele, precisam ser
redescobertas, é que justificam a atração natural entre o homem e a mulher,
pois só assim é que será possível instituir a célula familiar. Homens e
mulheres, ainda conforme a catequese de Francisco são seres biologicamente
diferentes, cada qual com suas peculiaridades, tendências, culturas e
preferências, tal qual como o Criador os fez.
Portanto, para a socióloga alemã Gabriele Kuby,
a Ideologia de Gênero “é a mais radical rebelião contra Deus: o ser humano não
aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: 'Eu decido! Esta é a minha liberdade! ' — contra a experiência, contra a Natureza,
contra a Razão, contra a Ciência! É a perversão final do individualismo: rouba
ao ser humano o que lhe resta da sua identidade, ou seja, o de ser homem ou
mulher, depois de se ter perdido a fé, a família e a nação. É uma ideologia
diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma
mentira, a Ideologia de Gênero pode capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso tempo.”
*Jornalista e funcionário
público
16 junho 2015
"O que custaria U$ 20 mil, acabava contabilizado por US$ 1 milhão."
Cegueira deliberada
Fonte: Ricardo Noblat
Por José Casado, para O Globo
Na quinta-feira 21 de maio, Daniel Rasgdale, diretor do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos, conversou com Leandro Daiello e Rogério Galloro, chefes da Polícia Federal brasileira.
Na quinta-feira passada, três semanas depois da reunião em Washington, agentes federais prenderam 11 pessoas e recolheram papéis nos escritórios de seis corretoras de valores e um banco em São Paulo, no interior paulista (Araras, Indaiatuba e Santa Barbara do Oeste), em Curitiba e em Resende, no Sul fluminense. Todos são suspeitos de participação em uma rede de lavagem de dinheiro que opera no Brasil, Venezuela, Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Hong Kong.
A PDVSA paga quase todo tipo de despesas do governo da Venezuela. Supostas importações do Brasil eram superfaturadas para justificar as remessas de Caracas. O que custaria U$ 20 mil, acabava contabilizado por US$ 1 milhão.
O dinheiro saía da petroleira e aportava no sistema financeiro do Brasil. Daqui seguia para contas bancárias em outros países, disfarçado em pagamentos realizados por empresas brasileiras. Era só papel — lucrativa ficção montada no sistema de câmbio de comércio exterior.
São crescentes as evidências de fragilidades nos controles do Banco Central e da Receita Federal. Elas se agravam com a leniência de um sistema financeiro em que bancos e corretoras, voluntariamente, permutam práticas do tipo “conheça o seu cliente” por comissões relevantes para os bônus anuais dos executivos.
Em apenas dois casos, nos últimos 12 meses, somaram-se fraudes cambiais de US$ 1,5 bilhão. A revelada na semana passada supera US$ 1 bilhão, informa a polícia. Outra foi descoberta em abril de 2014, durante análise das finanças de Alberto Youssef, o “operador” de propinas do Partido Progressista (PP), de empreiteiros, diretores da Petrobras e, também, do traficante Fernandinho Beira-Mar. Comprovaram-se transferências ilegais de US$ 444,6 milhões para contas em bancos de 24 países.
Youssef fez 3.649 operações fictícias de comércio exterior, usando apenas seis empresas de fachada, durante 132 semanas entre 2011 e 2014. Esse foi um dos dutos para propinas pagas no condomínio político-empresarial que devastou a Petrobras na última década.
Sem bancos e corretoras, tais negócios seriam inviáveis. “As instituições financeiras têm corresponsabilidade, sim”, admitiu Alexandre Tombini, presidente do BC, em recente audiência na Câmara. “Essa questão de não terem nada a ver com isso é coisa do passado”, completou Antonio Rodrigues, do Conselho de Atividades Financeiras, o Coaf.
Quando flagrados na cegueira deliberada, bancos e corretoras costumam recorrer à “moral de fronteira”, pressupondo o crime como inevitável e até tolerável. Esgrimiram com esse argumento no caso do mensalão e acenam com a repetição no caso da corrupção na Petrobras. Perderam no Supremo, que adotou a jurisprudência americana. Arriscam-se a nova derrota, porque, na essência, esses casos se resumem ao lucro às custas da sociedade.

PREVIDÊNCIA COM PREJUIZO POR FALTA COMPETÊNCIA DOS GOVERNOS.
Governo apresenta muitos números e nenhuma proposta para aposentadoria
Governo convoca sindicalistas, mas não apresenta alternativa à fórmula 85/95 aprovada pelo Congresso para a aposentadoria. Segundo o Planalto, rombo chegaria a R$ 3,2 trilhões em 2030.
Todos os fundos de previdências são superavitários, apenas a que o Governo administra é deficitária. Sabem por que ? Por que todos os governos desde a construção de Brasília, passando pela Ponte Rio/Niterói, Transamazônica usam os recursos da previdência social como caixa do Governo. Os recursos da Previdência são do trabalhador para sua aposentadoria. No mais é malversação dos fundos por pura incompetência e corrupção de todos tipos. Chega de balela.
15 junho 2015
UM GOVERNO MENTIROSO NÃO MERECE RESPEITO DO POVO.
ESTÃO TENTANDO ME TIRAR DE CIRCULAÇÃO NA REDE, MAS NESTE MUNDO SEM PORTEIRA, TAMBÉM NÃO EXISTE FRONTEIRA. ATÉ DEPOIS DE MORTO ESTAREI ME MANIFESTANDO. LEIAM MINHA LAPIDE. LEIA E COMENTE Aqui.
13 junho 2015
12 junho 2015
PROMESSAS ENGANOSAS E DERROTA VEXATÓRIA
Quase 50% das promessas para a Copa do Mundo em BH não foram concluídas
Das 19 ações que chegaram a ser prometidas pelos governos federal e estadual e pela PBH, nove não terminaram. Obras como a Via 710 (Avenida Cristiano Machado/Avenida dos Andradas) estão longe de ser concluídas.
Leia mais aqui.
08 junho 2015
FIFA PADRÃO PETROLÃO.
"A polícia suíça fez uma operação para confiscar documentos na sede da Kentaro na Suíça, empresa que entre 2006 e 2012 organizou os jogos da seleção brasileira em nome de investidores sauditas. A suspeita é de que um dos jogos, entre Brasil e Argentina no Catar, foi a forma pela qual o Catar pagou propinas para Ricardo Teixeira e Julio Grondona para garantir o Mundial de 2022.
A alta cúpula da Kentaro confirmou ao Estado a operação da polícia, que ocorreu no mesmo dia em que José Maria Marin foi preso em Zurique. Mas garantiu que estão colaborando e que foram eles mesmos que entregaram para o investigador independente da Fifa, Michael Garcia, provas em relação ao jogo. "
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01 junho 2015
A MONTANHA PARIU UM RATO.
Artigo do
presidente do PSDB-MG, deputado federal Marcus Pestana
Réquiem
para a reforma política
Publicado no jornal O Tempo – 01-06-15
A crônica da morte
anunciada se materializou. Confirmando a profecia dos céticos, a “montanha
pariu um rato”. Criou-se uma enorme expectativa na sociedade brasileira em
relação a uma suposta reforma política, embora seja falso afirmar que essa
demanda fosse um ardente clamor popular. A começar pela presidente Dilma, que
respondeu às históricas jornadas de junho de 2013, que se deram em torno da
indignação com a corrupção sistêmica e institucionalizada, da péssima qualidade
da educação, da saúde, da mobilidade urbana e do transporte coletivo, propondo
a tão decantada reforma política.
O resultado das
votações da semana passada na Câmara dos Deputados produziu uma caricatura, um
arremedo de reforma, com mudanças pífias – uma não reforma, uma reforminha que
não merece o nome. Ou seja, todos acham que há uma necessidade urgente de
mudar, e realmente há, mas tudo continuará como está. A inércia conservadora do
status quo, o medo do novo venceram uma vez mais. Fracassamos e perdemos talvez
a última chance de reformar nosso sistema político, eleitoral e partidário.
O país e a
democracia brasileira precisam de uma verdadeira reforma que aproxime a
sociedade de sua representação política, barateie as campanhas, diminuindo o
peso do poder econômico, fortaleça os partidos e as instituições, melhore o já
deteriorado clima para a governabilidade e a boa governança, que hoje é
conduzido pela formação de maiorias eventuais, e não programáticas, num
detestável festival de clientelismo, patrimonialismo, corrupção, chantagens,
concessões e troca de favores.
O disfuncional
sistema eleitoral continuará o mesmo. Todas as alternativas, inclusive a minha
proposta de distrital misto, foram derrotadas. As regras de financiamento
continuarão muito parecidas. O fim das coligações proporcionais, que daria
consistência e autenticidade ao quadro partidário, foi derrotado. A cláusula de
desempenho, que contribuiria para corrigir a artificial e problemática
pulverização de partidos e a fragmentação excessiva do Parlamento, também jaz
derrotada. Nas próximas semanas, deverão ser também derrotadas a coincidência
de mandatos, os cincos anos de mandato e a cota para mulheres. Resumo da ópera:
a tão almejada e propalada reforma se resumirá ao fim da reeleição e à mudança
da data da posse para salvar o réveillon de todos, porque ninguém é de ferro.
Fala sério! Não vamos enganar as pessoas, fracassamos, e a reforma política
necessária ficará cada vez mais distante e inviável.
O fracasso tem três
causas básicas. A ausência de autoridade e liderança de Dilma, que está se
tornando cada vez mais uma presidente fantasma, ausente; a fragmentação já
excessiva do Congresso, com 28 partidos presentes na Câmara; e a guerra
medíocre entre PMDB e PT em torno do famigerado distritão, que produziu
estranhos acordos paralisantes.
Quem
sabe o Senado Federal ou a legislação infraconstitucional salve minimamente a
lavoura?
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