A entrega do documento assinado pelos juristas Hélio Bicudo, um dos
fundadores do PT, Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça no governo
Fernando Henrique, e Janaína Conceição Paschoal estava prevista para as
10h de hoje. Em nota, a oposição disse que a mudança “foi necessária
para a inclusão de dados e informações no pedido”.
Bicudo, Reale e
Janaína Conceição Paschoal já tinham apresentado um pedido em setembro
mas, ao lado de parlamentares do DEM e do PSDB entre outros, decidiram
reformular o texto incluindo informações do procurador do Ministério
Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de
Oliveira. Oliveira recomendou a abertura de um novo processo para
analisar operações do governo federal que teriam violado a Lei de
Responsabilidade Fiscal este ano, a partir de demonstrativos contábeis
oficiais da Caixa Econômica, do Banco do Brasil e do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já encaminhados ao TCU.
A
aposta da oposição que defende a saída de Dilma é neste documento que
ainda será protocolado e tem o apoio de 45 movimentos, entre eles Brasil
Livre e Vem Pra Rua.
Cunha aguarda uma decisão do Supremo
Tribunal Federal (STF) que, no último dia 13, acatou liminares
apresentadas pelos partidos governistas para suspender o rito definido
pelo peemedebista para um processo de impeachment que inclui, entre as
regras, a previsão de recurso ao plenário da Câmara no caso dele recusar
um pedido de abertura de processo. O rito foi divulgado como resposta a
uma questão de ordem apresentada pela oposição que queria clareza sobre
os procedimentos e regras nestes casos.
Ontem (19), a pedido da
oposição, Cunha protocolou recursos no STF contras as três liminares
expedidas. No agravo, o peemedebista argumentou que o trâmite foi
estabelecido com base no Regimento Interno da Casa e em precedentes
adotados em decisões da Câmara. Com informações da Agência Brasil.
.Leia mais aqui.
Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos
- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
20 outubro 2015
10 agosto 2015
A Câmara dos Deputados ingressou com um recurso no STF pedindo que seja anulada ação que teve como alvo o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
O
presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que rompeu com o governo
em julho, usou mais uma vez as redes sociais para negar que esteja
trabalhando para fragilizar a presidente Dilma Rousseff com a votação de
uma "pauta-bomba" e abertura de CPIs incômodas ao Palácio do Planalto.
"A tentativa de alguns de me colocar como vilão das contas públicas por
retaliação ao governo não tem amparo na realidade dos fatos", reclamou
em sua conta no Twitter na tarde deste domingo, 9. "Sei bem os riscos
que sinais equivocados podem causar na avaliação do grau de investimento
do País e não compactuo com isso", afirmou. "É preciso parar de
especular e tratar as coisas com mais seriedade", afirmou Cunha.
"Tentar
esconder a real situação de fragilidade do governo sem base na Câmara
me culpando pelas suas derrotas é querer não enfrentar o problema",
defendeu-se. "A verdade nua e crua é que não existe base do governo".
Cunha tem transferido para o Colégio de Líderes a responsabilidade
pelas votações, como a que aprovou a emenda à Constituição que reajusta
salários de advogados e defensores públicos e delegados, na semana
passada.
"Presidente da Câmara não é o dono da Câmara e nem do voto dos deputados", escreveu.
Cunha comparou a votação da semana passada à aprovação pela Câmara,
em 2009, de emenda constitucional que aumentava o salário de policiais
militares e bombeiros. Na época, o presidente da Câmara era o atual
vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB)."Em 2009, Michel Temer
como presidente da Câmara não conseguiu impedir a votação da PEC 300,
de autoria do senador Renan Calheiros. Nem conseguiu impedir a violação
do fim do fator previdenciário, que foi vetado por Lula. Isso não quer
dizer que Michel estava contra as contas públicas. Foi a vontade da Casa
naquele momento, que ele teve que aceitar", disse Cunha.
O peemedebista também negou ter instalado novas CPIs para trazer
novos problemas ao governo. A que mais preocupa o Planalto é da CPI do
BNDES.
"Se a vez eram dessas CPIs,o que me restava fazer a não ser cumprir a
minha obrigação. Não fui eu que protocolei as CPIs. E mais: as CPIs são
regimentais, funcionam cinco simultâneas e na ordem de protocolo",
disse.
Cunha lembrou que projetos problemáticos para o governo, por
implicarem em aumento de gastos, têm sido aprovados com votos de
parlamentares do PT e outros partidos governistas.
"É preciso parar com essa fantasia de que sou responsável pelo
resultado das votações,como se eu fosse capaz de convencer a todos. Sem
reagrupar a sua base e constituir uma maioria sólida, o governo
continuará com problemas e sofrendo derrotas. Agora, não cabe a mim
constituir a maioria que o governo não tem para vencer votações no
plenário da Câmara".
Cunha negou que o fato de ter rompido com o governo esteja ligado à
"pauta-bomba" da Câmara. "E convencer por um motivo de retaliação. Será
que todos se submeteriam a isso? E os votos de deputados que me fazem
oposição aberta, tais como os do PT?", questionou. (Fonte: Estadão).
30 julho 2015
O PT NUNCA FEZ COISA ALGUMA PARA MINAS GERAIS.
Ao contrário das promessas feitas e na contramão do discurso de
moralidade, ética e defesa dos interesses da população, o governo do PT é
omisso ou ineficiente em serviços essenciais, deixando Minas à deriva.
Desde o início de 2015, a administração petista é marcada por mentiras,
ausência de planejamento e de políticas públicas consistentes e pela
destruição de programas e iniciativas que beneficiaram o Estado de 2003 a
2014.
Leia mais aqui.
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21 julho 2015
O rastro da propina da campanha de Dilma
Levantamento nas
contas da presidente mostra relação entre pagamentos de propina e remessas de
dinheiro do PT para empresas de fachada. Notas subfaturadas também serviram
para fraudar o custo oficial da eleição
Publicado na Revista Istoé - 19-07-15
Na semana passada, ISTOÉ revelou que por determinação do
ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a
Polícia Federal deverá fazer uma apuração sobre alguns gastos realizados pela
campanha de Dilma Rousseff em 2014. Há a suspeita de diversos pagamentos feitos
a empresas que seriam apenas de fechada. Ou seja, haveria no esquema oficial de
doação de recursos para a campanha uma espécie de lavanderia de dinheiro
proveniente de propinas do petrolão. A reportagem também mostrou que as
propinas da UTC entregues à campanha de forma oficial, como delatado pelo
empresário Ricardo Pessoa, abasteceram boa parte dessas empresas de fachada
(leia quadro na pág. 38). Agora, um novo levantamento feito pela revista indica
que essas mesmas empresas podem ter sido aquinhoadas com propinas depositadas
na campanha de Dilma pela Camargo Corrêa e pela Engevix, cujos executivos já
admitiram a participação no petrolão em acordos de delação premiada.
Com base nos depoimentos dos executivos que colaboraram com a Justiça Federal em Curitiba, a reportagem levantou dezenas de recibos de doações dessas companhias, cruzando-os com as ordens de pagamento aos fornecedores que o TSE trata como "suspeitos". Todas as empresas arroladas pelo ministro Gilmar Mendes serviram de destino para parte do dinheiro proveniente do petrolão. A análise nos documentos de receitas e despesas apresentados pelo PT evidencia, ainda, fortes indícios da emissão de notas fiscais subfaturadas para evitar a violação do limite de gastos da campanha. São elementos que reforçam a tese da Operação Lava-Jato de que o PT usou o caixa 1 para lavagem de dinheiro.
Gerson Almada, ex-vice-presidente da Engevix, confirmou ao juiz
Sérgio Moro que pagou propina ao PT por meio de doações de campanha,
solicitadas pelo ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e pelo lobista
Milton Pascowitch, operador do ex-ministro José Dirceu – todos são réus na
Justiça Federal de Curitiba. Pressionada pelos protagonistas do escândalo, a
Engevix doou R$ 1,5 milhão para a campanha de Dilma em 2014. O recibo do
depósito data de 2 de outubro e foi assinado pelo então tesoureiro da campanha,
Edinho Silva, hoje ministro de Comunicação Social. No mesmo dia 2, a campanha
repassou R$ 156 mil para a UMTI, empresa de suporte de informática investigada
pelo TSE por suspeita de não ter prestado qualquer serviço à campanha. Outros
R$ 64,7 mil foram depositados na conta da Dialógica Comunicação, empresa de
Keffin Gracher, recém-nomeado assessor especial pelo ministro de Comunicação
Social. Há ainda vários pagamentos a empresas sem atividade aparente, segundo
as suspeitas do TSE. Chama atenção o pagamento de R$ 1,66 milhão à Ageis
Gráfica e Editora, que funciona no mesmo endereço de uma empresa de comércio de
equipamentos, no município catarinense de São José. Mais R$ 280 mil foram para
a Promo Gráfica, sediada num imóvel comercial de muros altos no bairro do
Lixeira, em Cuiabá (MT). Os telefones de ambas empresas estão desativados. A
Dialógica foi fechada há alguns meses. A UMTI diz que prestou os serviços
Dias antes da doação da Engevix, a campanha de Dilma recebeu um
aporte de R$ 2 milhões da Camargo Corrêa. Vice-presidente da empreiteira,
Eduardo Leite, confirmou para o Ministério Público o uso do caixa oficial da
campanha para o pagamento de propina e alegou que a doação foi feita para
garantir seus contratos com a Petrobras. À Justiça Federal, Leite relatou que
Vaccari lhe sugeriu que quitasse "compromissos atrasados", por meio
de doações eleitorais. Na campanha da reeleição de Dilma, o dinheiro da Camargo
serviu a uma série de pagamentos volumosos. No dia 1º de outubro, a campanha
repassou R$ 800 mil à gráfica VTPB e outros R$ 405 mil à Focal Comunicação. As
duas empresas estão na mira das apurações feitas pelo TSE e agora pela Polícia
Federal. Elas foram os maiores destinatários de recursos da campanha,
amealhando juntas quase R$ 50 milhões, atrás apenas da Polis Propaganda, do
publicitário João Santana, que recebeu R$ 70 milhões. No dia do pagamento à
VTPB e à Focal, o PT também depositou R$ 225 mil à gráfica "Souza &
Souza", uma empresa individual aberta em março de 2014, quatro meses antes
do início oficial da campanha.
07 julho 2015
03 julho 2015
QUEM DISSE QUE NÃO TEM PENA DE MORTE NO BRASIL ?
MEDIDA PROVISORIA ATÉ
MUDARMOS O GOVERNO
AJUSTE FISCAL
FAMILIAR
Considerando que o desgoverno
federal gasta o que não arrecada com uma estrutura governamental de 39 (trinta
e nove) ministérios que também não apresentam resultados;
Considerando que este mesmo
desgoverno aumenta impostos, aumenta combustível, aumenta a energia elétrica,
aumenta os juros bancários, aumenta a ineficiência da máquina administrativa,
aumenta a inflação por descontrole e incompetência com os gastos públicos;
Considerando os cortes na
educação, na saúde, na segurança, a necessidade de sobrevivência da família de
sobreviver com parcos recursos, frente à incompetência do Governo, RESOLVE:
Art. 1º - Ao provedor chefe de
família, homem ou mulher, compete apenas custear o mínimo necessário à
sobrevivência da família, quando a despesa for de interesse do conjunto
familiar.
Parágrafo 1º - Correrão por conta
única e exclusiva de cada membro da família as despesas com gastos individuais
ou qualquer outro que não seja de usufruto do conjunto familiar.
Parágrafo 2º - Constatado gastos
desnecessários ou abusivos, que caracterizem mordomia, mesmo nas despesas
individuais, será estabelecida taxa de banho, lavagem de roupas e alimentação para
qualquer membro da família que assim agir ostensivamente.
Parágrafo 3º - Todos os membros
da família ficam obrigados a reduzir tempo de banho, economizar água, energia
elétrica, combustível e outros gastos de uso comum, resalvado o direito de
cobrança de sobre taxação daquele que não contribuir para as metas de contenção
de gastos.
Art. 2º - Ficam expressamente
proibidas à exploração de avós paternos e maternos, assim como compras e
parcelamentos em cartões de creditos ou cheques especiais, compras pelo CDC
para qualquer um dos membros da família, caso contrário será considerado abuso,
sujeitando o membro familiar à suspensão de direito comum aos demais.
Art. 3º - Está Medida, que
esperamos provisória, vigorara até mudarmos o governo por um que garanta nossos
direitos constitucionais e retorno eficiente e transparente da aplicação dos
impostos que pagamos.
O povo brasileiro, por seus
cidadãos conscientes, manda a quem seu direito exercer, que a esta medida
cumpra e faça cumprir até que tenhamos um Brasil melhor.
Brasil, 1º de julho de
2015.
Pelo poder que emana do
povo e aqui o exerce diretamente
Jarbas Cordeiro de Campos, um cidadão consciente.
Jarbas Cordeiro de Campos, um cidadão consciente.
30 junho 2015
QUEM DIRIA, LOGO O PT - ANTE PRIVATIZAÇÃO É QUE ESTÁ VENDENDO O MAIOR PATRIMÔNIO DO BRASIL
LEIA MAIS AQUI.
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Situação de desigualdade extrema pode levar a descontentamento geral e ameaça os valores democráticos ou nos levar a uma nova guerra mundial
Ponto de vista interessante!!
Veja só a posição de um “arauto” da turma de Wall Street
em função do crescimento das tensões geopolíticas no mundo!!!!!!!! E a
analise não contempla nenhuma saída para o dilema que não seja uma Guerra
Mundial...uma guerra para a qual as potencias ocidentais não estão preparadas
para vencer desta vez!!!!!!!!!
É este motivo que leva a escola em volta de Thomas Piketti a
crescer da forma que esta crescendo e ganhando influência. (até mesmo o grupo
em torno de George Soros esta aderindo a esta escola).
Seu estudo sobre a concentração de riqueza e a evolução da
desigualdade ganhou manchetes nos principais jornais do mundo, gerou discussões
nas redes sociais e colheu comentários e elogios de diversos ganhadores do
Prêmio Nobel.
Foram
quinze anos de pesquisas incansáveis, e as ideias que ele expôs no livro “O
Capital no século XXI” se apoia em dados que remontam ao século XVIII, provenientes
de mais de vinte países, para chegar a conclusões explosivas. O crescimento
econômico e a difusão do conhecimento impediram que fosse concretizado o
cenário apocalíptico previsto por Karl Marx no século XIX. Porém, os
registros históricos demonstram que o capitalismo tende a criar um círculo
vicioso de desigualdade, pois, no longo prazo, a taxa de retorno sobre os
ativos é maior que o ritmo do crescimento econômico, o que se traduz numa
concentração cada vez maior da riqueza. Ou seja, a taxa de retorno financeira
que os facínoras de Wall Street cada vez mais alavancam , não são
sustentados por aumento real de retorno de negócios do mundo real.
Uma situação de desigualdade extrema pode levar a um descontentamento geral e
até ameaçar os valores democráticos ou nos levar a uma nova guerra mundial. Mas
Piketty lembra também que a intervenção política já foi capaz de reverter tal
quadro no passado e poderá voltar a fazê-lo.
A
turma que esta apoiando Piketti (com o apoio importante agora do Grupo Soros),
sempre aponta para a contradição fundamental na relação entre o crescimento
econômico e o rendimento do capital.
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