Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
26 junho 2013
25 junho 2013
20 junho 2013
PAUTA DAS RUAS ! REAGE BRASIL ! A LUTA CONTINUA !
PARA CONTER GASTOS PÚBLICOS IMEDIATAMENTE:
1- Redução do números de ministerios;
2- Redução de 50% dos cargos de confiança nos executivos dos municípios, estados e governo federal;
3- Redução de 50% dos cargos de confiança nos legislativos municipais, estaduais, Senado e Camara
Federal;
4- Extinção dosTribunais militares;
1- Redução do números de ministerios;
2- Redução de 50% dos cargos de confiança nos executivos dos municípios, estados e governo federal;
3- Redução de 50% dos cargos de confiança nos legislativos municipais, estaduais, Senado e Camara
Federal;
4- Extinção dosTribunais militares;
E mais:
Fim do voto secreto nas três esferas do legislativo;
Fim do foro privilegiado para parlamentares,
17 junho 2013
07 junho 2013
O GRANDE IRMÃO E SUAS CRIAS VIGILANTES, COMO O DIVINO ESPIRITO SANTO, ESTÃO EM TODA PARTE
A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos e o FBI têm acesso
direto aos servidores centrais de nove das maiores empresas de internet
americanas. A inteligência americana pode consultar áudios, vídeos,
fotografias, conteúdos de e-mails, arquivos transferidos e conexões dos
usuários. O programa altamente secreto é chamado de Prisma e está em
andamento desde 2007, informou o jornal The Washington Post.
Ao longo desse período, nove companhias passaram a fazer parte da
operação. A Microsoft foi a primeira a entrar, em novembro de 2007. O
Yahoo passou a fazer parte em 2008. Google, Facebook e PalTalk, em 2009,
YouTube em 2010, Skype e AOL, em 2011, e a última, a Apple, em outubro
de 2012. A PalTalk, mesmo bem menor do que as demais, registrou tráfego
significativo durante as revoltas nos países árabes e também na guerra
civil da Síria. O Dropbox, serviço de armazenamento de dados em nuvem, é
descrito como “em breve”.
O esquema reforça as provas de que o governo Barack Obama tem
ignorado os direitos civis dos cidadãos americanos de forma disseminada.
Além de espionar jornalistas, como ficou provado nos casos da
apropriação de registros telefônicos da agência Associated Press, e da investigação contra um repórter da Fox News,
que teve seus e-mails devassados, a administração do democrata também
direcionou suas garras a um número infinitamente maior de cidadãos, que
não eram suspeitos. (Continua).
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL - PEC POPULAR
ENVIE PARA SEU DEPUTADO FEDERAL OU SENADOR
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL – PEC POPULAR
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL Nº
Ementa: Quebra
de decoro parlamentar e perda de mandato para membros do Executivo e Legislativo que propuserem
alterações de normas que violem os princípios democráticos e constitucionais da
coisa tramitada e julgada.
Inclua-se onde
convier:
Art. 1º – Será considerada como
quebra do decoro parlamentar ou improbidade administrativa as propostas de
emendas constitucionais, de leis e leis complementares que contrariem os
princípios democráticos e constitucionais brasileiros e vise anular ou revogar
decisões tramitadas e julgadas nos tribunais de segunda e ultima instâncias.
Art. 2º - Perderá o mandato o
parlamentar, grupos de parlamentar ou o titular de cargo Executivo eleito que
propor alterações a que se refere o artigo primeiro desta Emenda
Constitucional.
Art. 3º – Revogando disposições
em contrário, esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua
promulgação.
Congresso Nacional, Brasília,
JUSTIFICATIVA:- Assegurar o exercício, pelo cidadão, dos
mecanismos de controle da legalidade e legitimidade dos atos do Poder Público e
da eficácia dos serviços públicos, assim como preservar os valores éticos.
"ARGENTINIZAÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS BRASILEIROS, CONSTATA MINISTRO RELATOR DO TCU
O papel do TCU, por José Dirceu

O
último relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) relativo às
contas do segundo ano da administração da presidenta, Dilma Rousseff,
evidencia a crescente politização deste órgão, capturado por setores
interessados em utilizá-lo como instrumento para fazer oposição ao
governo federal.
Após aprovar as contas de 2012, com ressalvas e
recomendações, o relator do tribunal, ministro José Jorge, fez fortes
críticas à contabilidade governamental para a composição do superávit
primário no final do ano passado.
A questão, já amplamente
reverberada pela grande mídia como uma "manobra casuística" do governo
para atingir sua meta fiscal, foi apontada pelo relator como sinal de
"argentinização" dos indicadores econômicos brasileiros.
A insinuação de que houve "maquiagem" nas contas do governo deixa claro o viés ideológico das avaliações.
Ora,
as contas do governo são transparentes, amplamente divulgadas, então
qual o sentido de se fazer uma afirmação como essa, senão o de lançar
dúvidas sobre algo que o próprio órgão, mesmo com as ressalvas, aprovou?
O sentido é promover um embate político, o que fica patente não apenas neste episódio, mas em muitos outros.
José Jorge, Ministro do TCU. Foto: Antonio Cruz / ABr
É
importante ressaltar que o TCU é um órgão cuja relevância institucional
é inquestionável, fundamental para assegurar o controle das contas
públicas, e instrumento insubstituível na verificação do retorno social
dos empreendimentos governamentais.
Porém, na prática, percebe-se
que o TCU vem extrapolando suas competências, as quais estão claramente
definidas no artigo 71 da nossa Constituição.
Encarregado de
verificar a destinação correta dos valores empregados na execução de
políticas públicas, contratos administrativos, convênios e quaisquer
outros repasses, o TCU hoje se imiscui de tal forma nas questões do
Estado, que contraria sua legítima função de contribuir para o bom
desempenho dos órgãos públicos gestores, emperrando a máquina estatal e
gerando grande insegurança jurídica.
Sua interferência, mais do
que garantir a transparência do uso do dinheiro público, verificando se
foram ou não cumpridos os procedimentos estabelecidos em lei ou
regulamento, gera entraves que burocratizam e, muitas vezes, paralisam
obras, projetos e processos imperativos para o desenvolvimento econômico
e social do país.
Leia a íntegra em O papel do TCU
José Dirceu, 67, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT.
06 junho 2013
STF SÓ SE CURVA FRENTE A VERDADE DOS FATOS COM AMPAROS CONSTITUCIONAIS.
"Uma boa escolha, por Merval Pereira
Merval Pereira, O Globo
A atuação do
advogado Luís Roberto Barroso na sabatina do Senado que precede sua
posse no Supremo Tribunal Federal não me deu motivos para rever o juízo
positivo que tenho sobre ele, acatando na coluna, sempre que necessário,
suas opiniões, considerado o maior constitucionalista em atividade no
país. Já havia expressado esse ponto de vista há dois dias em conversa
com o Carlos Alberto Sardenberg na CBN.
Para começo de conversa, a
nomeação de um ministro a tempo de participar da segunda fase do
julgamento do mensalão é um dado auspicioso, e ele mesmo destacou a
peculiaridade de sua indicação: só votará se o ministro Teori Zavascki
empatar a votação a favor dos réus.
Se Zavascki votar com a
maioria, o voto de Barroso não terá influência no resultado. Isso quer
dizer que quem desconfiava que o Palácio do Planalto havia nomeado Teori
Zavascki para beneficiar os réus agora terá que refazer seus cálculos
conspiratórios.
Luís Roberto Barroso, advogado. Foto: Nelson Perez / Agência O Globo
A
indicação de que o governo não trabalhou com essa perspectiva política
nas nomeações para o Supremo, da mesma maneira que já fizera
anteriormente com os ministros Luiz Fux e Rosa Weber, é um bom sinal.
Ele
repetiu na sabatina de ontem o que comentava antes de ser nomeado,
estava em uma posição muito rígida na exigência de provas cabais, na
dúvida pró-réu. Sempre se mostrou incomodado com interpretações que
foram dadas durante o julgamento.
Certamente por isso deve ter ido
pesquisar, como contou na sabatina, e se convenceu de que o
endurecimento do STF no julgamento do mensalão “foi um ponto fora da
curva”.
Antes de assumir o STF, suas posições poderiam ser tidas
como favoráveis aos advogados de defesa que alegam que não há provas nos
autos para condenar seus clientes.
Mas agora é que ele vai ter
acesso total aos autos, vai estudar, como disse, e, sobretudo, vai
conversar com seus companheiros de Tribunal.
A partir de agora,
ele tem outras questões a levar em conta no seu julgamento. Como
advogado, pode ter uma posição; como juiz, outra. Mas, por ser um
jurista muito respeitado, qualquer decisão que tome, mesmo que tenha
consequências políticas, será uma decisão baseada em teses jurídicas.
Não
tenho dúvidas de que tanto Zavascki — a quem não conheço pessoalmente,
mas de quem tenho boas referências — quanto Barroso tomarão decisões de
acordo com os autos e com seus entendimentos jurídicos, não cabe em suas
reputações profissionais a desconfiança de que possam assumir posições
meramente políticas no Supremo.
Leia a íntegra em Uma boa escolha
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