Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos
- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
06 maio 2019
LEI FEDERAL GARANTE ABERTURA DE NEGOCIO, SEM INTERFERÊNCIA DO ESTADO E DO MUNICIPIO.
05 maio 2019
01 maio 2019
CATOLICOS E EVANGELICOS COLOCAM REDE GLOBO NA BERLINDA.
30 abril 2019
17 abril 2019
ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO EM RISCO. Embate entre STF e PGR é tema absoluto das manchetes dos grandes jornais. O tema absoluto das manchetes de capa dos grandes jornais é o embate entre STF e PGR. “Dodge diz que inquérito é ilegal e confronta STF. Ministro Alexandre de Moraes ignora a Constituição.
14 abril 2019
PREDIDENTE CONCLAMA TODOS A UNIÃO POR UM BRASIL MELHOR.
11 abril 2019
ASSALTADOS PELA RECEITA FEDERAL
10 abril 2019
02 abril 2019
01 abril 2019
29 março 2019
26 março 2019
25 março 2019
20 março 2019
19 março 2019
STF decide se Receita poderá compartilhar com MP dados bancários e fiscais do contribuinte | Revista Fórum

STF decide se Receita poderá compartilhar com MP dados bancários e fiscais do contribuinte | Revista Fórum: O assunto voltou à tona depois que dados do ministro do STF, Gilmar Mendes, vieram a público.
Vai entrar na pauta do STF (Supremo Tribunal Federal), na próxima quinta-feira (21), se a Receita Federal pode compartilhar com o Ministério Público Federal dados bancários e fiscais
do contribuinte de forma ampla e detalhada.
O tema foi pautado pelo próprio presidente do tribunal, Dias Toffoli.
O assunto voltou à tona depois que dados do ministro do STF, Gilmar Mendes, vieram a público de forma ilegal.
Gilmar foi investigado pela Receita Federal, que abriu procedimento para identificar “focos de
corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de
influência”, relativos a ele e sua esposa Guiomar, que é advogada.
O fato chamou a atenção para a atuação de uma força-tarefa do fisco que investiga 134 pessoas.
O compartilhamento de dados da Receita com órgãos de investigação já
foi autorizado pelo STF. O que entrará em discussão agora é se isso pode
ser feito de forma irrestrita. Ou se a Receita poderia divulgar apenas
dados globais, caso mostrassem movimentação financeira incompatível com o
patrimônio da pessoa fiscalizada.
18 março 2019
23 fevereiro 2019
A batalha da Previdência - William Waack comenta.Atualmente, o déficit previdenciário é responsável pelo desequilíbrio das contas públicas. A proposta da #novaprevidência busca garantir o pagamento das aposentadorias no futuro, ao mesmo tempo que incentiva a economia e a geração de empregos. (link: https://goo.gl/8maVLV) goo.gl/8maVLV
19 fevereiro 2019
14 fevereiro 2019
URGENTE! Bolsonaro em Entrevista Exclusiva no Jornal da Record - 13/02/2019.O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse nesta quinta-feira que serão investigadas suspeitas de repasses de recursos do PSL (Partido Social Liberal) para candidaturas de fachada. Segundo ele, essa foi uma determinação do presidente, Jair Bolsonaro.
06 fevereiro 2019
21 janeiro 2019
19 janeiro 2019
18 janeiro 2019
PARTE DO DEPOIMENTO DO HOMEM BOMBA DE LULA, EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI
“QUE também se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da ODEBRECHT e retirados por BRANISLAV KONTIC, levou em oportunidades diversas cerca de trinta, quarenta, cinqüenta e oitenta mil reais em espécie para o próprio LULA; QUE esses valores eram demandados pelo próprio LULA com a orientação dada por ele de que não devia o COLABORADOR comentar os pedidos com PAULO OKAMOTO nem com ninguém; QUE o COLABORADOR sempre atendia aos pedidos de LULA; QUE, posteriormente, já no curso da OPERAÇÃO LAVAJATO, o próprio BRANISLAV informou ao COLABORADOR que recebia recursos em espécie da ODEBRECHT de FERNANDO MIGLIACCIO; QUE FERNANDO era vizinho de bairro de BRANISLAV KONTIC; QUE BRANISLAVassim agia a pedido do COLABORADOR; QUE os valores eram utilizados para pagamento de contas do INSTITUTO, de contas extras da entidade, contas do próprio COLABORADOR, de pedidos que o próprio LULA fazia, como em oportunidade que solicitou que efetuasse pagamentos na ordem de 30 mil reais em determinada conta; QUE não indagou a LULA o motivo dos depósitos solicitados; QUE acreditava que LULA pediu
ao COLABORADOR cerca de oito a nove vezes valores em espécie; em média,
os valores chegavam a 50 mil reais; QUE LULA pedia ao COLABORADOR que
não informasse os pedidos a ninguém; QUE se recorda que levou valores a
LULA em Brasília/DF; QUE levou valores em espécie a LULA em diversas
vezes em São Paulo/SP; QUE já levou valores em espécie para LULA dentro
da aeronave presidencial; QUE era apenas o COLABORADOR a levar
pessoalmente recursos a LULA, entregues em suas mãos; QUE indagado se
existem testemunhas dessas entregas, respondeu que em determinada
oportunidade levou 50 mil reais em espécies a LULA no Terminal da
Aeronáutica em Brasília/DF, durante a campanha de 2010, dentro de uma
caixa de celular na frente do motorista do COLABORADOR, cujo nome era
CLÁUDIO GOUVEIA; QUE, em São Paulo, recorda-se de episódio de quando
levou dinheiro em espécie a LULA dentro de caixa de whisky até o
Aeroporto de Congonhas, sendo que no caminho até o local recebeu
constantes chamadas telefônicas de LULA cobrando a entrega, momentos
que eram testemunhados pelo motorista CARLOS POCENTE, o qual,
inclusive, teria brincado com o COLABORADOR perguntando se toda aquela
cobrança de LULA se dava apenas por uma garrafa de whisky, sendo que o
COLABORADOR respondeu ao motorista que era óbvio que a insistência de
LULA não era por bebida, e sim pelo dinheiro; QUE o motorista afirmou ao
COLABORADOR que estava brincando e que sabia que se tratava de dinheiro
em espécie; QUE isso também ocorreu em 2010.”
17 janeiro 2019
12 janeiro 2019
18 dezembro 2018
05 dezembro 2018
04 dezembro 2018
03 dezembro 2018
01 dezembro 2018
Desconheço investigação sobre Paulo Guedes, diz Jair Bolsonaro.
Fonte: Constança Rezende, Em Resende (RJ), 01/12/2018 14h3, para o Estadão. 

"Desconheço investigação sobre Paulo Guedes. Eu integro o Poder Legislativo e integrarei o Executivo. Isso compete ao Judiciário", respondeu.
Bolsonaro também comparou o caso com o processo aberto contra ele no STF (Supremo Tribunal Federal) por apologia ao crime de estupro e injúria. O processo foi aberto após o presidente eleito ter dito que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) não merecia ser estuprada porque ele disse que a considera "muito feia" e "não faz" seu "tipo".
"Eu sou réu no STF, e daí? Vão me questionar agora? Eu defendi uma condenação para estuprador e acabei sendo réu no processo. É justo isso? O povo entendeu que era uma injustiça que estavam fazendo comigo, tanto é que votou em mim", alegou.
30 novembro 2018
15 novembro 2018
13 novembro 2018
12 novembro 2018
10 novembro 2018
08 novembro 2018
MORO VAI GARANTIR A LAVA JATO E ENFRENTAR O CRIME ORGANIZADO.
(MERVAL PEREIRA – GLOBO, 04) 1. O debate sobre a nomeação do juiz Sérgio Moro para o ministério da Justiça com superpoderes no governo Bolsonaro levantou pontos relevantes sobre a relação entre os Poderes da República, e o exercício da política para além do jogo partidário. Moro sempre declarou que nunca faria carreira política, obviamente se referindo à politica partidária. Mesmo porque já era um “agente político” na sua atuação como magistrado, de acordo com a definição da Corregedoria Geral da União (CGU): “agente político é aquele investido em seu cargo por meio de eleição, nomeação ou designação, cuja competência advém da própria Constituição, como os Chefes de Poder Executivo e membros do Poder Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, além de cargos de Diplomatas, Ministros de Estado e de Secretários nas Unidades da Federação, os quais não se sujeitam ao processo administrativo disciplinar”.
2. Separação dos poderes não é intrínseca à democracia, mas ao presidencialismo, criada na Constituição americana em 1789. Já existia na teoria, pela famosa obra de Montesquieu “O espírito das leis”, e outras, e incipientemente na Inglaterra, à época uma monarquia constitucional que ainda não separava claramente o Poder Judiciário do Executivo.
3. Os EUA formaram a primeira república constitucional do mundo moderno. O verdadeiro fundo filosófico é que nos EUA, quem governa, dá os rumos, é o Congresso. Um congressista faz parte de um poder verdadeiro. O Legislativo é um poder que não tem chefe. Um deputado, um senador, não é subordinado a nenhum chefe. Não pode ser demitido por chefe nenhum. Muito menos pode ser subordinado ao simples chefe de outro poder, o Executivo.
4. A independência de poderes legítima impede que um deputado ou senador americano seja ministro. Se quiser ser ministro, tem de renunciar ao seu mandato de legislador e virar auxiliar do presidente. Nos EUA, a senadora Hillary Clinton teve de renunciar ao seu mandato para ser Secretária de Estado de Barack Obama.
5. Norberto Bobbio, um dos maiores filósofos políticos do século XX, escreveu a “Teoria Geral da Política: a filosofia política e as lições dos Clássicos”, onde dá a sua definição sobre política. Para ele, falar em política leva ao conceito de poder, que é a capacidade de se obter os meios para fazer prevalecer suas ideias em uma sociedade.
6. Os poderes políticos são legitimados, dependendo das circunstâncias, pela tradição, pelo despotismo ou pelo consenso, uma característica da democracia. Na Grécia Antiga, Aristóteles, em “A Política”, tratava dela como inerente à atividade humana, pelo interesse pelas coisas das cidades (pólis). “Fazer política” não é, portanto, apenas uma prática partidária e eleitoral, mas refere-se às atividades do Estado, e como a sociedade se relaciona com ele. Os políticos que criticam Moro por ter aceitado participar de um ministério, o fazem como consequência de uma luta política que só demonstra como estão dissociados das mudanças que o país está vivendo.
7. Se quiséssemos mesmo exercer um presidencialismo na sua essência, deveríamos seguir o exemplo dos Estados Unidos, e exigir que os membros do Congresso renunciassem a seus mandatos se quisessem ir para o ministério, assim como é exigido dos membros de outros Poderes, como o Judiciário. Moro teve que renunciar à carreira para exercer um cargo em outro Poder. Acabaríamos com o toma-lá-dá-cá radicalmente.
8. Na véspera de seu encontro com o presidente eleito Bolsonaro, Moro releu trechos do livro “Excellent cadavers”, de Alexander Stille, sobre a atuação do juiz Giovanni Falcone, o líder do combate à Máfia que gerou a Operação Mãos Limpas da Itália, que também foi para o governo. No livro, Moro marcou o seguinte trecho: “em poucos meses em Roma, Falcone mudou o papel do Executivo na guerra contra a máfia”, segundo Ignazzio De Francisci, membro do grupo anti-máfia anterior à chegada de Falcone ao governo italiano.
27 outubro 2018
Imprensa Livre #13 - Fernando Gabeira > DESDE 2013 O POVO VEM PROTESTANDO PERANTE UM GOVERNO SURDO, UM CONGRESSO REPLETO DE CORRUPTOS E UMA JUSTIÇA QUE É CEGA, SURDA E MUDA E LIBERTADORA DE CORRUPTOS E CORRUPTORES QUE ASSALTAM O PAIS. POVO INDIGNADO QUER UM GOVERNO NOVO, COM NOVOS PADRÕES, NOVOS NOMES, NOVAS IDEIAS, MAIS ÉTICA, MENOS MORDOMIAS, UMA MAQUINA MAIS ENXUTA, COM MAIS PRIORIDADES AFINADAS COM OS ANSEIOS DA POPULAÇÃO.
26 outubro 2018
25 outubro 2018
24 outubro 2018
23 outubro 2018
22 outubro 2018
21 agosto 2018
Feito do sangue de Satanás
O desejo é livre hoje? Eu arriscaria o oposto: nunca o desejo foi tão reprimido. Coluna de Luiz Felipe Pondé, via Gazeta do Povo:
“O
desejo pinga”, famosa frase de Nelson Rodrigues. Mas, para além do
óbvio, o que ela quer dizer? Há uma matéria concreta no desejo que
escorre, por exemplo, pelas pernas das mulheres. Eu sei. Dirão os
inteligentinhos que vivemos na época da liberação do desejo, inclusive
das mulheres. Eu arriscaria o oposto: nunca o desejo foi tão reprimido.
Mesmo em
meio à inquisição havia mais respeito pelo desejo. Por que? Porque não
há forma mais honesta de se reconhecer o desejo do que temê-lo. Qualquer
pessoa que tenha visto o desejo escorrer pelas pernas, molhando a saia,
sabe que o mundo público é, por definição, hostil ao desejo.
Enganamo-nos
declarando que o direito ao desejo é um direito universal. Apenas os
ingênuos ou os mentirosos creem nisso. Há aqueles mesmo que creem no
ensino do desejo nas escolas. Não. O melhor ensino acerca do desejo é
seu silêncio. O desejo cresce no silêncio e na escuridão. A luz é seu
habitat natural muito raramente. Luz demais mata o desejo, já sabiam os
vampiros.
Mas,
onde reside a pior forma de repressão já criada contra o desejo? Reside,
entre outras coisas, na criação de uma política do desejo. A
civilização só respira graças ao temor que alimenta em relação ao
desejo. Qual a diferença entre a repressão, digamos, medieval, ao
desejo, e a contemporânea?
A
contemporânea decidiu que o desejo é “saudável” e é “um direito de todo
cidadão”, e, dessa forma, o transformou em matéria constitucional. O
Sapiens, talvez já cansado de toda sua evolução, chegou à conclusão de
que o desejo só pode existir se for balanceado caloricamente.
Seria
possível imaginar um mundo sem desejo? Claro que sim. Basta torná-lo
absolutamente correto e seguro. Eis o pecado máximo do desejo: não cabe
na geometria do contrato social. Quando o soltamos numa praia deserta
cheia de pessoas que chegaram ao estágio de não odiar ninguém, já
vivemos no mundo sem desejo. Alguém conhece um lugar com menos desejo do
que os clubes de nudismo dos anos 1960?
A
pornografia reversa é a condição de um mundo em que o desejo virou
matéria constitucional. O resultado, nos cantinhos que restam de
escuridão, serão mulheres indo trabalhar sem calcinha para, no silêncio
das suas pernas, sonhar que alguém sabe de sua condição. Nas músicas de
má qualidade, em que o desejo é cantado como um “estado natural”,
encontramos uma das faces da sua miséria.
Para
além de seu estado de líquido que escorre, só há dois modo de relação
com ele: sua condenação ou nossa misericórdia. Por isso, a tradição
religiosa é mais sábia do que a política de direitos ou arte liberada da
vergonha. Onde não há vergonha, não há desejo.
A
modernidade, em meio às suas inúmeras qualidades, carrega uma,
disfarçada de amor: sua decisão de eliminar as sombras, de uma vez por
todas. O desejo cresce e se torna robusto quando o caçam pelas ruas.
Quando o lançam às chamas do inferno, quando lhe negam o direito a
respirar.
Há uma
economia muito sofisticada nessa forma de vida, pouco comum num mundo
que escolheu o bem-estar como paradigma. Não existe tal coisa chamada de
“desejo do bem”.
Não me
entendam mal. Não faço aqui uma oração pela destruição do bem-estar. Os
inteligentinhos, na sua tradicional incapacidade de entender qualquer
coisa que não seja traduzida na forma da razão militante, certamente me
entenderão mal. Mas não há como falar de desejo sem incorrer no risco de
ser compreendido como algum tipo de Sade cansado. Morremos de medo do
desejo, por isso decidimos vesti-lo de roupas coloridas e determinar que
é Carnaval o ano inteiro e que, se você cansar da música e da festa
ruidosa, você é contra o desejo.
Uma das
formas mais típicas de destruição de desejo é dizê-lo como o “desejo do
outro”. Pois este é sempre meu, nunca do outro. O outro é sempre objeto,
Ou melhor: o outro e eu, movidos pelos mesmo líquido que escorre pelas
pernas em direção à vergonha pública.
Nas
formas de organização racional moderna, típicas do mundo do dinheiro, os
que teorizaram sobre a liberação do desejo contra a repressão burguesa
deste foram seus repressores mais bem-sucedidos.
Falando
em nome do “é proibido proibir”, inauguraram a maior e mais extensa
forma de negação do próprio desejo, porque o declararam um bem público.
Enquanto ele era pecado, feito do sangue do Satanás, sobrevivia no seu
elemento natural, o medo. Quando saiu para as ruas, tornou-se banal como
um suco de frutas natural.
16 agosto 2018
A DITADURA DOS DIRETORIOS NACIONAIS SOBRE OS REGIONAIS.
A campanha para o governo de Minas Gerais começa hoje, ainda às voltas
com a divisão do PSB e à espera de uma decisão dos ministros do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) sobre a candidatura de Marcio Lacerda a
governador do estado. Caberá à corte dar uma solução para o impasse que
embolou a disputa pelo Palácio da Liberdade. A assessoria do tribunal
informou que o assunto não está na pauta da sessão marcada para a tarde
de hoje, mas não descartou a possibilidade de uma mudança.
Ontem, no último dia para a entrada de pedido de registros de candidatos, enquanto a direção municipal da legenda protocolava a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, integrantes da direção estadual questionavam o ato e reforçavam a aliança em torno da reeleição de Fernando Pimentel (PT).
O documento apresentado pela ala pró-Lacerda inclui o nome do deputado estadual Adalclever Lopes (MDB) para vice-governador e o do deputado federal Jaime Martins (Pros) para senador. A chapa tem a participação ainda do PDT, PV, PRB e Podemos. O presidente municipal do PSB, Gelson Leite, evitou comentar o julgamento no TSE de um mandado de segurança que pode inviabilizar a candidatura de Lacerda.
Os ministros vão definir se foi válida a intervenção do PSB nacional, que destituiu a direção da legenda e aprovou a aliança com o PT. Em caso positivo, a candidatura de Lacerda estaria descartada, já que a convenção nacional do PSB anulou a convenção realizada pela direção destituída e aprovou a aliança com o PT.
“A coligação está confiante, o Marcio está confiante e está se preparando para o debate amanhã (hoje à noite, na TV Bandeirantes) e nós viemos aqui hoje registrar o nosso programa de governo e as nossas candidaturas. Estamos firmes para dar prosseguimento a todo o nosso processo eleitoral”, afirmou Gelson Leite. Em nota, Lacerda disse acreditar na vitória na Justiça Eleitoral. “Após cumprir todos os procedimentos legais para tal ato, neste momento confio na Justiça e em sua celeridade para que possamos confirmar definitivamente a aprovação do registro”, afirmou. A coligação enviou ontem pedido ao TSE para que inclua o julgamento na pauta de hoje.
O secretário-geral do PSB estadual, Igor Versiani, comunicou ontem mesmo ao TRE mineiro que o documento entregue pelo grupo adversário é ilegítimo. Anunciou ainda que a legenda vai impugnar a candidatura de Lacerda no TRE. “O partido tem comando e o Marcio Lacerda está em um projeto de poder individual. Ele está tentando se vitimar e confundir a opinião pública”, reclamou Versiani. De acordo com ele, o PSB protocolou o pedido de registro da chapa proporcional, que reúne PT, PCdoB, DC e PR. Ainda segundo Versiani, o partido continua defendendo a indicação de Lacerda para a segunda candidatura da coligação para o Senado, ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Substituto
O PT foi o último partido a registrar a candidatura ao governo, pouco antes do prazo final – que se encerrou às 19h de ontem. E ainda conta com a participação de Marcio Lacerda na chapa encabeçada por Fernando Pimentel e pela deputada federal Jô Moraes (PCdoB) para vice. Para o Senado, foram registrados os nomes de Dilma Rousseff e Jorge Luna, atual tesoureiro do PT – nome que será substituído caso o ex-prefeito de BH desista ou tenha a candidatura a governador inviabilizada pela Justiça Eleitoral. Segundo a presidente estadual do PT, Cida de Jesus, Luna foi indicado para que as negociações fossem mantidas.
De acordo com o presidente estadual do PSB, Renê Vilela, a segunda candidatura a senador “está resguardada para Márcio Lacerda”. Vilela ainda assegurou que Lacerda teria dito ao presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, durante conversa por telefone, que estaria “disposto a concorrer ao Senado” desde que o MDB esteja na chapa – hipótese descartada pelo PSB. Questionado sobre o registro realizado mais cedo pela ala pró-Lacerda, o presidente do PSB estadual o classificou como “um jogo” do ex-prefeito.
Nove candidatos ao governo registraram a candidatura no TRE mineiro: além de Lacerda e Pimentel, concorrerão ao cargo Antonio Anastasia (PSDB), Alexandre Flach (PCO), Claudiney Dulim (Avante), Dirlene (Psol), João Batista dos Mares Guia (Rede), Jordano Metalúrgico (PSTU) e Romeu Zema (Novo) – primeiro a registrar o nome para a disputa e o mais risco deles, com patrimônio declarado de R$ 69.752.863,96, dos quais mais de R$ 60 milhões são em “cotas ou quinhões de capital”.
O TRE-MG informou que foram apresentados 2.217 pedidos de registro de candidaturas em Minas para os cargos de governador, senador e deputados federal e estadual. É o maior número da história das eleições gerais no estado.
Ontem, no último dia para a entrada de pedido de registros de candidatos, enquanto a direção municipal da legenda protocolava a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, integrantes da direção estadual questionavam o ato e reforçavam a aliança em torno da reeleição de Fernando Pimentel (PT).
O documento apresentado pela ala pró-Lacerda inclui o nome do deputado estadual Adalclever Lopes (MDB) para vice-governador e o do deputado federal Jaime Martins (Pros) para senador. A chapa tem a participação ainda do PDT, PV, PRB e Podemos. O presidente municipal do PSB, Gelson Leite, evitou comentar o julgamento no TSE de um mandado de segurança que pode inviabilizar a candidatura de Lacerda.
Os ministros vão definir se foi válida a intervenção do PSB nacional, que destituiu a direção da legenda e aprovou a aliança com o PT. Em caso positivo, a candidatura de Lacerda estaria descartada, já que a convenção nacional do PSB anulou a convenção realizada pela direção destituída e aprovou a aliança com o PT.
“A coligação está confiante, o Marcio está confiante e está se preparando para o debate amanhã (hoje à noite, na TV Bandeirantes) e nós viemos aqui hoje registrar o nosso programa de governo e as nossas candidaturas. Estamos firmes para dar prosseguimento a todo o nosso processo eleitoral”, afirmou Gelson Leite. Em nota, Lacerda disse acreditar na vitória na Justiça Eleitoral. “Após cumprir todos os procedimentos legais para tal ato, neste momento confio na Justiça e em sua celeridade para que possamos confirmar definitivamente a aprovação do registro”, afirmou. A coligação enviou ontem pedido ao TSE para que inclua o julgamento na pauta de hoje.
O secretário-geral do PSB estadual, Igor Versiani, comunicou ontem mesmo ao TRE mineiro que o documento entregue pelo grupo adversário é ilegítimo. Anunciou ainda que a legenda vai impugnar a candidatura de Lacerda no TRE. “O partido tem comando e o Marcio Lacerda está em um projeto de poder individual. Ele está tentando se vitimar e confundir a opinião pública”, reclamou Versiani. De acordo com ele, o PSB protocolou o pedido de registro da chapa proporcional, que reúne PT, PCdoB, DC e PR. Ainda segundo Versiani, o partido continua defendendo a indicação de Lacerda para a segunda candidatura da coligação para o Senado, ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Substituto
O PT foi o último partido a registrar a candidatura ao governo, pouco antes do prazo final – que se encerrou às 19h de ontem. E ainda conta com a participação de Marcio Lacerda na chapa encabeçada por Fernando Pimentel e pela deputada federal Jô Moraes (PCdoB) para vice. Para o Senado, foram registrados os nomes de Dilma Rousseff e Jorge Luna, atual tesoureiro do PT – nome que será substituído caso o ex-prefeito de BH desista ou tenha a candidatura a governador inviabilizada pela Justiça Eleitoral. Segundo a presidente estadual do PT, Cida de Jesus, Luna foi indicado para que as negociações fossem mantidas.
De acordo com o presidente estadual do PSB, Renê Vilela, a segunda candidatura a senador “está resguardada para Márcio Lacerda”. Vilela ainda assegurou que Lacerda teria dito ao presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, durante conversa por telefone, que estaria “disposto a concorrer ao Senado” desde que o MDB esteja na chapa – hipótese descartada pelo PSB. Questionado sobre o registro realizado mais cedo pela ala pró-Lacerda, o presidente do PSB estadual o classificou como “um jogo” do ex-prefeito.
Nove candidatos ao governo registraram a candidatura no TRE mineiro: além de Lacerda e Pimentel, concorrerão ao cargo Antonio Anastasia (PSDB), Alexandre Flach (PCO), Claudiney Dulim (Avante), Dirlene (Psol), João Batista dos Mares Guia (Rede), Jordano Metalúrgico (PSTU) e Romeu Zema (Novo) – primeiro a registrar o nome para a disputa e o mais risco deles, com patrimônio declarado de R$ 69.752.863,96, dos quais mais de R$ 60 milhões são em “cotas ou quinhões de capital”.
O TRE-MG informou que foram apresentados 2.217 pedidos de registro de candidaturas em Minas para os cargos de governador, senador e deputados federal e estadual. É o maior número da história das eleições gerais no estado.
15 junho 2018
Bretas recebe denúncia da ‘Operação Câmbio, Desligo.
O juiz Marcelo Bretas aceitou a denúncia do MPF contra Sérgio Cabral,
Dario Messer e outras 60 pessoas no âmbito da Operação Câmbio, Desligo.
Bretas fatiou a denúncia em três partes: uma com os 14 foragidos, outra com os cinco réus que estão no exterior e uma terceira com os que estão no Brasil.
Eles responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de dividas e organização criminosa.
O MPF acusa Messer de chefiar a maior rede de doleiros do país, esquema que movimento US$ 1,6 bilhão em mais de 3 mil offshores.
Foram denunciadas 62 pessoas, entre elas o megadoleiro Dario Messer e o ex-governador Sérgio Cabral.
No documento, obtido em primeira mão por O Antagonista, o MPF demonstra o vínculo entre o esquema de lavagem de dinheiro e as propinas pagas pela Queiroz Galvão nas obras de urbanização da Rocinha (PAC Favelas), na construção do Arco Metropolitano e na Linha 4 do Metrô do Rio.

Fonte: O Antagonista.
Bretas fatiou a denúncia em três partes: uma com os 14 foragidos, outra com os cinco réus que estão no exterior e uma terceira com os que estão no Brasil.
Eles responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de dividas e organização criminosa.
O MPF acusa Messer de chefiar a maior rede de doleiros do país, esquema que movimento US$ 1,6 bilhão em mais de 3 mil offshores.
Foragido
Exclusivo: MPF denuncia Messer, Cabral e mais 60 pessoas na Operação Câmbio, Desligo
O MPF acaba de protocolar na Justiça Federal do Rio de Janeiro denúncia decorrente das investigações da Operação Câmbio, Desligo – que desbaratou a maior rede de doleiros do país.Foram denunciadas 62 pessoas, entre elas o megadoleiro Dario Messer e o ex-governador Sérgio Cabral.
No documento, obtido em primeira mão por O Antagonista, o MPF demonstra o vínculo entre o esquema de lavagem de dinheiro e as propinas pagas pela Queiroz Galvão nas obras de urbanização da Rocinha (PAC Favelas), na construção do Arco Metropolitano e na Linha 4 do Metrô do Rio.

Fonte: O Antagonista.
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