Ao contrário das promessas feitas e na contramão do discurso de
moralidade, ética e defesa dos interesses da população, o governo do PT é
omisso ou ineficiente em serviços essenciais, deixando Minas à deriva.
Desde o início de 2015, a administração petista é marcada por mentiras,
ausência de planejamento e de políticas públicas consistentes e pela
destruição de programas e iniciativas que beneficiaram o Estado de 2003 a
2014.
Leia mais aqui.
Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
30 julho 2015
21 julho 2015
O rastro da propina da campanha de Dilma
Levantamento nas
contas da presidente mostra relação entre pagamentos de propina e remessas de
dinheiro do PT para empresas de fachada. Notas subfaturadas também serviram
para fraudar o custo oficial da eleição
Publicado na Revista Istoé - 19-07-15
Na semana passada, ISTOÉ revelou que por determinação do
ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a
Polícia Federal deverá fazer uma apuração sobre alguns gastos realizados pela
campanha de Dilma Rousseff em 2014. Há a suspeita de diversos pagamentos feitos
a empresas que seriam apenas de fechada. Ou seja, haveria no esquema oficial de
doação de recursos para a campanha uma espécie de lavanderia de dinheiro
proveniente de propinas do petrolão. A reportagem também mostrou que as
propinas da UTC entregues à campanha de forma oficial, como delatado pelo
empresário Ricardo Pessoa, abasteceram boa parte dessas empresas de fachada
(leia quadro na pág. 38). Agora, um novo levantamento feito pela revista indica
que essas mesmas empresas podem ter sido aquinhoadas com propinas depositadas
na campanha de Dilma pela Camargo Corrêa e pela Engevix, cujos executivos já
admitiram a participação no petrolão em acordos de delação premiada.
Com base nos depoimentos dos executivos que colaboraram com a Justiça Federal em Curitiba, a reportagem levantou dezenas de recibos de doações dessas companhias, cruzando-os com as ordens de pagamento aos fornecedores que o TSE trata como "suspeitos". Todas as empresas arroladas pelo ministro Gilmar Mendes serviram de destino para parte do dinheiro proveniente do petrolão. A análise nos documentos de receitas e despesas apresentados pelo PT evidencia, ainda, fortes indícios da emissão de notas fiscais subfaturadas para evitar a violação do limite de gastos da campanha. São elementos que reforçam a tese da Operação Lava-Jato de que o PT usou o caixa 1 para lavagem de dinheiro.
Gerson Almada, ex-vice-presidente da Engevix, confirmou ao juiz
Sérgio Moro que pagou propina ao PT por meio de doações de campanha,
solicitadas pelo ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e pelo lobista
Milton Pascowitch, operador do ex-ministro José Dirceu – todos são réus na
Justiça Federal de Curitiba. Pressionada pelos protagonistas do escândalo, a
Engevix doou R$ 1,5 milhão para a campanha de Dilma em 2014. O recibo do
depósito data de 2 de outubro e foi assinado pelo então tesoureiro da campanha,
Edinho Silva, hoje ministro de Comunicação Social. No mesmo dia 2, a campanha
repassou R$ 156 mil para a UMTI, empresa de suporte de informática investigada
pelo TSE por suspeita de não ter prestado qualquer serviço à campanha. Outros
R$ 64,7 mil foram depositados na conta da Dialógica Comunicação, empresa de
Keffin Gracher, recém-nomeado assessor especial pelo ministro de Comunicação
Social. Há ainda vários pagamentos a empresas sem atividade aparente, segundo
as suspeitas do TSE. Chama atenção o pagamento de R$ 1,66 milhão à Ageis
Gráfica e Editora, que funciona no mesmo endereço de uma empresa de comércio de
equipamentos, no município catarinense de São José. Mais R$ 280 mil foram para
a Promo Gráfica, sediada num imóvel comercial de muros altos no bairro do
Lixeira, em Cuiabá (MT). Os telefones de ambas empresas estão desativados. A
Dialógica foi fechada há alguns meses. A UMTI diz que prestou os serviços
Dias antes da doação da Engevix, a campanha de Dilma recebeu um
aporte de R$ 2 milhões da Camargo Corrêa. Vice-presidente da empreiteira,
Eduardo Leite, confirmou para o Ministério Público o uso do caixa oficial da
campanha para o pagamento de propina e alegou que a doação foi feita para
garantir seus contratos com a Petrobras. À Justiça Federal, Leite relatou que
Vaccari lhe sugeriu que quitasse "compromissos atrasados", por meio
de doações eleitorais. Na campanha da reeleição de Dilma, o dinheiro da Camargo
serviu a uma série de pagamentos volumosos. No dia 1º de outubro, a campanha
repassou R$ 800 mil à gráfica VTPB e outros R$ 405 mil à Focal Comunicação. As
duas empresas estão na mira das apurações feitas pelo TSE e agora pela Polícia
Federal. Elas foram os maiores destinatários de recursos da campanha,
amealhando juntas quase R$ 50 milhões, atrás apenas da Polis Propaganda, do
publicitário João Santana, que recebeu R$ 70 milhões. No dia do pagamento à
VTPB e à Focal, o PT também depositou R$ 225 mil à gráfica "Souza &
Souza", uma empresa individual aberta em março de 2014, quatro meses antes
do início oficial da campanha.
07 julho 2015
03 julho 2015
QUEM DISSE QUE NÃO TEM PENA DE MORTE NO BRASIL ?
MEDIDA PROVISORIA ATÉ
MUDARMOS O GOVERNO
AJUSTE FISCAL
FAMILIAR
Considerando que o desgoverno
federal gasta o que não arrecada com uma estrutura governamental de 39 (trinta
e nove) ministérios que também não apresentam resultados;
Considerando que este mesmo
desgoverno aumenta impostos, aumenta combustível, aumenta a energia elétrica,
aumenta os juros bancários, aumenta a ineficiência da máquina administrativa,
aumenta a inflação por descontrole e incompetência com os gastos públicos;
Considerando os cortes na
educação, na saúde, na segurança, a necessidade de sobrevivência da família de
sobreviver com parcos recursos, frente à incompetência do Governo, RESOLVE:
Art. 1º - Ao provedor chefe de
família, homem ou mulher, compete apenas custear o mínimo necessário à
sobrevivência da família, quando a despesa for de interesse do conjunto
familiar.
Parágrafo 1º - Correrão por conta
única e exclusiva de cada membro da família as despesas com gastos individuais
ou qualquer outro que não seja de usufruto do conjunto familiar.
Parágrafo 2º - Constatado gastos
desnecessários ou abusivos, que caracterizem mordomia, mesmo nas despesas
individuais, será estabelecida taxa de banho, lavagem de roupas e alimentação para
qualquer membro da família que assim agir ostensivamente.
Parágrafo 3º - Todos os membros
da família ficam obrigados a reduzir tempo de banho, economizar água, energia
elétrica, combustível e outros gastos de uso comum, resalvado o direito de
cobrança de sobre taxação daquele que não contribuir para as metas de contenção
de gastos.
Art. 2º - Ficam expressamente
proibidas à exploração de avós paternos e maternos, assim como compras e
parcelamentos em cartões de creditos ou cheques especiais, compras pelo CDC
para qualquer um dos membros da família, caso contrário será considerado abuso,
sujeitando o membro familiar à suspensão de direito comum aos demais.
Art. 3º - Está Medida, que
esperamos provisória, vigorara até mudarmos o governo por um que garanta nossos
direitos constitucionais e retorno eficiente e transparente da aplicação dos
impostos que pagamos.
O povo brasileiro, por seus
cidadãos conscientes, manda a quem seu direito exercer, que a esta medida
cumpra e faça cumprir até que tenhamos um Brasil melhor.
Brasil, 1º de julho de
2015.
Pelo poder que emana do
povo e aqui o exerce diretamente
Jarbas Cordeiro de Campos, um cidadão consciente.
Jarbas Cordeiro de Campos, um cidadão consciente.
Assinar:
Postagens (Atom)