Os especialistas dizem que Fofoca não é fake news, por que fofoca pode e sempre tem fundamento, fofoca surge com fonte de ter ouvido dizer, mas fake news nunca tem fundamento.
Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
31 maio 2022
27 maio 2022
VIOLAÇÃO DO DIREITO > QUEREM A ARRANCAR O CORAÇÃO DE SERGIO MORO E IMPLANTAR EM UM CONDENADO, CORRUPTO.

25 maio 2022
CRIME ORGANIZADO É MAIS GRAVE QUE A CORRUPÇÃO. BOLSONARO NÃO APOIOU COMBATE, ENTÃO TIVE SAIR.
21 maio 2022
Entrevista: Sergio Moro pede "paciência" sobre momento político .
Acredito que MORO ainda será Candidato.Está sendo blindado,justamente para resguardar sua candidatura e o União Brasil de críticas, inclusive o MORO. Sendo assim, o UB, fica com Moro, sem críticas e ataques,sem desgastes de opositores de todas as partes.
10 maio 2022
REDES SOCIAIS E O ANONIMATO!
Por Leandro Karnal, para O Estado de S. Paulo,em 08/05
Alguns “ismos”
colaboraram: Cristianismo, Islamismo, Socialismos... As redes sociais e a
própria evolução da ideia de Democracia também ajudaram a ladrilhar
este chão. Do que estou falando? Da construção de uma ordem simbólica
baseada na ideia de igualdade. Se existe diferença social, ela teria
sido baseada no pecado ou na construção de mecanismos injustos de
exclusão econômica. Porém, no fundo, todos seríamos ou deveríamos ser
iguais. A igualdade é concebida como a realidade e a desigualdade como
uma anomalia produzida pelo desvio de um plano natural ou divino.
Para Rousseau, temos uma perfectibilidade que, juntamente com a
liberdade, permite nossa distinção dos animais. Claro, o homem de
Genebra também percebe que essa característica é fonte de quase toda
infelicidade. Criamos um contrato social e, ao mesmo tempo, a
desigualdade. Alguém se apropriou de uma parte da terra comum e ninguém o
contestou. Em Rousseau, em Marx ou em Jesus, a igualdade era o plano
original e feliz. Houve um desvio ou uma queda do homem natural para o
que vemos agora.
Proposta por filósofos, defendida por profetas e estimulada por
brechas abertas a partir da Revolução Francesa, paira sempre a ordem
simbólica ideal da igualdade. O que mudou? O mundo é desigual há
milênios, porém, agora, há redes sociais.
Há mais de 200 anos, se o povo quisesse ver Versalhes, teria de
invadir o palácio em gesto com sangue e ousadia. Hoje, Maria Antonieta
posta seus looks nas redes todos os dias: “Eu no Salão dos Espelhos com
meus sapatos novos kkkkk”; “Sextei com brioches”... A vaidade, o
interesse, a dor e toda espécie de novas formas de imaginário social
elaboraram a explosão do ressentimento.
Ressentido é quem sente duas vezes. Sente pelo que não possui e
tem nova dor pela alegria que identifica naquele que tem. Freud falou
sobre a “covardia moral do neurótico”. O neurótico se considera
superior, moralmente acima da vulgaridade do mundo, todavia, incapaz de
mudá-lo. Não perdoa, não age, apenas sente e, ressente. O espaço de ouro
para o ressentido é o mundo agressivo das redes. Lá, a covardia pode
vir com anonimato, destilar veneno, atacar, agredir e mostrar como o meu
inimigo é inferior e imbecil. O que deriva disso? Nada, é uma
impotência reconhecida, diluída na incapacidade de o ressentido assumir
seu próprio desejo e de agir.
Veja uma distinção importante: existe desigualdade no mundo. Há
pessoas que se revoltam contra ela e agem para mudá-la. Caridade,
política, revolução: são três caminhos comuns de reação à carência de
muitos.
Há outros. Penso em quem não age, reflito sobre o ressentido.
Ele interpreta a felicidade alheia como retirada dele. Aquele que sorri,
no fundo, retirou do meu rosto a alegria. O bom corpo dela/dele
estragou o meu. A viagem bonita foi feita em detrimento da minha. A vida
que vejo na internet foi roubada de mim. Posso perdoar você por tudo,
menos por ser mais feliz do que eu.
De novo: existe desigualdade social e algumas pessoas agem
contra. O ressentido não está preocupado com ela, ele está irritado com o
gozo material ou emocional que vê nas redes. Todavia, ele disfarça sua
dor em julgamentos sociais. Alguém postou a compra de um celular de dois
mil dólares? O ressentido grita: daria muitas cestas básicas para uma
comunidade. Ele tem razão, e o celular que o ressentido usa para isso
também poderia virar feijão para muita gente. Essa é a diferença entre
consciência social e ressentimento, entre ação e pura dor, entre
sentimento e ressentimento.
A pessoa que luta por justiça social, por motivos filosóficos
ou religiosos, fica perturbada pelo fato de que alguns possam ter um
tênis caríssimo e tantos não tenham comida mínima. O ressentido quer o
tênis para ele e, não conseguindo, nega-o a qualquer pessoa. Muitos
movimentos políticos foram feitos assim: substituir uma forma de
dominação que não me beneficiava por uma que me traga vantagens. Claro:
tudo em nome do bem...
Separar Freud de Marx pode ser necessário. A dor pessoal pode
ser um ponto de partida para qualquer envolvimento político, nunca
deveria ser o de chegada. Muitas vezes, Maria Antonieta nos irrita
porque gostaríamos de comer brioches no ambiente luxuoso. Como isso é
feio como sentimento, melhor afirmar que buscamos a justiça social e a
igualdade. O ressentido é um invejoso fracassado tingido com o verniz de
Madre Teresa de Calcutá. A busca de uma genuína melhoria da dor alheia
por empatia pura é tão rara na luta política como a vocação da freira
albanesa na Índia no campo religioso.
Ampliemos. Fui uma criança em uma geração limitada com regras
severas e punições diretas. Por que será que crianças mimadas me irritam
hoje? Vivem o deleite que me foi negado?
Conhecer a si é o desafio que o Templo de Apolo em Delfos nos
envia sempre. Pelo menos saberíamos que estamos lutando com moinhos
reais e não gigantes alimentados pela minha dor quixotesca. Essa tem
sido a minha esperança: lutar com a minha dor de forma consciente e não
ser dominado pelo que me incomoda.
08 maio 2022
Moro não desistiu de seu projeto nacional? | Sergio Moro é entrevistado no Amarelas no Air de Veja
03 maio 2022
UMA MONARQUIA FICA MAIS BARRATA QUE NOSSO SISTEMA POLÍTICO.
A
Coleção Folha > Os Pensadores traz um dos maiores clássicos da filosofia
política de todos os tempos: "Leviatã, ou Matéria, Forma e Poder de um
Estado Eclesiástico e Civil", do inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em
tradução de Daniel Moreira Miranda. O título da obra é alusivo ao monstro marinho mencionado na Bíblia como serpente tortuosa e veloz. Publicado em 1651 e posteriormente revisado em 1668, "Leviatã" foi escrito durante a Guerra Civil Inglesa (1642-1651), que opôs os partidários do Parlamento, liderados por Oliver Cromwell (1599-1658), e os do rei Carlos 1o —derrotado e executado. Hobbes descreve o que ele chama de "estado de mera Natureza" como "estado de Guerra de todos contra todos", e afirma: "a Causa Final, o Objetivo ou o Desígnio dos homens (que, naturalmente, amam a Liberdade e o Domínio sobre os outros) ao introduzirem restrições para si mesmos (com as quais os vemos viver em Estados) é a preocupação com sua própria preservação e em levar, como resultado disso, uma vida mais feliz; isto é, a preocupação em sair do miserável estado de Guerra, o qual é uma consequência necessária (como foi mostrado no Capítulo 13) das Paixões naturais dos homens, sempre que não existir um Poder visível que os mantenha intimidados e os vincule, utilizando o medo da punição para o cumprimento dos Pactos e a observação das Leis Naturais". Para ele, o Estado pode se organizar como monarquia, democracia ou aristocracia. E, ao comparar esses três sistemas, posiciona-se enfaticamente pelo modelo monárquico. "Veja bem, em uma Monarquia, o interesse privado é o mesmo que o público. As riquezas, o poder e a honra do Monarca surgem apenas das riquezas, da força e da reputação de seus Súditos. Isso porque nenhum Rei pode ser rico, glorioso ou seguro quando seus Súditos são pobres, desprezíveis ou estão muito fracos, por causa da carestia ou dos desacordos, para conseguirem manter uma guerra contra seus inimigos", argumenta. "Já em uma Democracia ou Aristocracia, a prosperidade pública não acrescenta tanto à fortuna privada do corrupto ou ambicioso, como, muitas vezes, o fazem um conselho desleal, uma ação traiçoeira ou uma guerra civil." | |
02 maio 2022
Brazil Conference sabatina o ex-ministro Sérgio Moro e candidato a presidente.
NINGUÉM VENCE BATALHA SENTADO. VEM PRA RUA MEU POVO. QUEM SABE FAZ A HORA E FAZ ACONTECER. POR SERGIO MORO, POR NOS, PELO BRASIL, POR TODOS, POR UM PAIS JUSTO PARA TODOS.
Você conhece o Sergio Moro? | Biografia de Sergio Fernando Moro nosso candidato a presidente.
NINGUÉM VENCE BATALHA SENTADO. VEM PRA RUA MEU POVO. QUEM SABE FAZ A HORA E FAZ ACONTECER. POR SERGIO MORO, POR NOS, PELO BRASIL, POR TODOS, POR UM PAIS JUSTO PARA TODOS.
Sérgio Moro não devolveu ao Brasil somente dinheiro roubado. Ele devolveu também aos brasileiros a esperança que as coisas podem mudar. Ele nos faz acreditar que ainda existem homens honestos, que é possível um país melhor para todos, mais justo e sem corrupçã