Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos

- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
21 janeiro 2019
19 janeiro 2019
18 janeiro 2019
PARTE DO DEPOIMENTO DO HOMEM BOMBA DE LULA, EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI
“QUE também se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da ODEBRECHT e retirados por BRANISLAV KONTIC, levou em oportunidades diversas cerca de trinta, quarenta, cinqüenta e oitenta mil reais em espécie para o próprio LULA; QUE esses valores eram demandados pelo próprio LULA com a orientação dada por ele de que não devia o COLABORADOR comentar os pedidos com PAULO OKAMOTO nem com ninguém; QUE o COLABORADOR sempre atendia aos pedidos de LULA; QUE, posteriormente, já no curso da OPERAÇÃO LAVAJATO, o próprio BRANISLAV informou ao COLABORADOR que recebia recursos em espécie da ODEBRECHT de FERNANDO MIGLIACCIO; QUE FERNANDO era vizinho de bairro de BRANISLAV KONTIC; QUE BRANISLAVassim agia a pedido do COLABORADOR; QUE os valores eram utilizados para pagamento de contas do INSTITUTO, de contas extras da entidade, contas do próprio COLABORADOR, de pedidos que o próprio LULA fazia, como em oportunidade que solicitou que efetuasse pagamentos na ordem de 30 mil reais em determinada conta; QUE não indagou a LULA o motivo dos depósitos solicitados; QUE acreditava que LULA pediu
ao COLABORADOR cerca de oito a nove vezes valores em espécie; em média,
os valores chegavam a 50 mil reais; QUE LULA pedia ao COLABORADOR que
não informasse os pedidos a ninguém; QUE se recorda que levou valores a
LULA em Brasília/DF; QUE levou valores em espécie a LULA em diversas
vezes em São Paulo/SP; QUE já levou valores em espécie para LULA dentro
da aeronave presidencial; QUE era apenas o COLABORADOR a levar
pessoalmente recursos a LULA, entregues em suas mãos; QUE indagado se
existem testemunhas dessas entregas, respondeu que em determinada
oportunidade levou 50 mil reais em espécies a LULA no Terminal da
Aeronáutica em Brasília/DF, durante a campanha de 2010, dentro de uma
caixa de celular na frente do motorista do COLABORADOR, cujo nome era
CLÁUDIO GOUVEIA; QUE, em São Paulo, recorda-se de episódio de quando
levou dinheiro em espécie a LULA dentro de caixa de whisky até o
Aeroporto de Congonhas, sendo que no caminho até o local recebeu
constantes chamadas telefônicas de LULA cobrando a entrega, momentos
que eram testemunhados pelo motorista CARLOS POCENTE, o qual,
inclusive, teria brincado com o COLABORADOR perguntando se toda aquela
cobrança de LULA se dava apenas por uma garrafa de whisky, sendo que o
COLABORADOR respondeu ao motorista que era óbvio que a insistência de
LULA não era por bebida, e sim pelo dinheiro; QUE o motorista afirmou ao
COLABORADOR que estava brincando e que sabia que se tratava de dinheiro
em espécie; QUE isso também ocorreu em 2010.”
17 janeiro 2019
12 janeiro 2019
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