Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos
- Jornalista Jarbas Cordeiro de Campos - Pós Graduado em GSSS - Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Jornalista formado pela FAFI-BH,especializado em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pela ESPMG. "O Tribunal Supremo dos EUA decidiu que "só uma imprensa livre e sem amarras pode expôr eficazmente as mentiras de um governo." Nós concordamos."
04 julho 2013
03 julho 2013
BASE ALIADA PODE LEVAR PLANALTO A MAIS UMA DERROTA
Congresso esvazia plebiscito de Dilma.
Presidência da Câmara cria um grupo paralelo para elaborar o texto da reforma política, e com isso parlamentares pretendem inviabilizar consulta popular proposta pelo Planalto.
Os presidentes da Câmara, Henrique Alves, e do Senado, Renan Calheiros, receberam as sugestões do governo entregues pelo vice-presidente, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Na tentativa de tirar o mérito por uma eventual reforma política das
mãos da presidente Dilma Rousseff, deputados e senadores querem esvaziar
o plebiscito proposto pela petista e fazer mudanças paralelamente à
iniciativa do Planalto. A mensagem da presidente com sugestões de temas
para um plebiscito sobre o assunto foi entregue ontem ao Congresso pelo
vice-presidente Michel Temer e pelo ministro da Justiça, José Eduardo
Cardozo. Ao mesmo tempo, líderes partidários já articulavam a formação
de um grupo para selecionar projetos sobre o sistema político que tenham
consenso para votação.
Leia mais aqui.
01 julho 2013
PT QUER LULA DE VOLTA, DIZ AÉCIO NEVES
Aécio: "insatisfação é com toda a classe política"
"As pesquisas indicam o que os protestos que mobilizam o país já
mostravam: uma insatisfação dos brasileiros que, acredito, não seja
apenas com relação à presidente Dilma, mas com a classe política como um
todo, em razão da ausência de respostas efetivas aos problemas
enfrentados pelas pessoas", disse o senador mineiro, que deve ser o
candidato do PSDB à sucessão presidencial em 2014; embora tenha crescido
na pesquisa Datafolha, ele não avançou o suficiente para chegar ao
segundo turno, que, hoje, seria disputado entre a presidente Dilma e a
ex-senadora Marina Silva.
Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/
26 junho 2013
25 junho 2013
20 junho 2013
PAUTA DAS RUAS ! REAGE BRASIL ! A LUTA CONTINUA !
PARA CONTER GASTOS PÚBLICOS IMEDIATAMENTE:
1- Redução do números de ministerios;
2- Redução de 50% dos cargos de confiança nos executivos dos municípios, estados e governo federal;
3- Redução de 50% dos cargos de confiança nos legislativos municipais, estaduais, Senado e Camara
Federal;
4- Extinção dosTribunais militares;
1- Redução do números de ministerios;
2- Redução de 50% dos cargos de confiança nos executivos dos municípios, estados e governo federal;
3- Redução de 50% dos cargos de confiança nos legislativos municipais, estaduais, Senado e Camara
Federal;
4- Extinção dosTribunais militares;
E mais:
Fim do voto secreto nas três esferas do legislativo;
Fim do foro privilegiado para parlamentares,
17 junho 2013
07 junho 2013
O GRANDE IRMÃO E SUAS CRIAS VIGILANTES, COMO O DIVINO ESPIRITO SANTO, ESTÃO EM TODA PARTE
A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos e o FBI têm acesso
direto aos servidores centrais de nove das maiores empresas de internet
americanas. A inteligência americana pode consultar áudios, vídeos,
fotografias, conteúdos de e-mails, arquivos transferidos e conexões dos
usuários. O programa altamente secreto é chamado de Prisma e está em
andamento desde 2007, informou o jornal The Washington Post.
Ao longo desse período, nove companhias passaram a fazer parte da
operação. A Microsoft foi a primeira a entrar, em novembro de 2007. O
Yahoo passou a fazer parte em 2008. Google, Facebook e PalTalk, em 2009,
YouTube em 2010, Skype e AOL, em 2011, e a última, a Apple, em outubro
de 2012. A PalTalk, mesmo bem menor do que as demais, registrou tráfego
significativo durante as revoltas nos países árabes e também na guerra
civil da Síria. O Dropbox, serviço de armazenamento de dados em nuvem, é
descrito como “em breve”.
O esquema reforça as provas de que o governo Barack Obama tem
ignorado os direitos civis dos cidadãos americanos de forma disseminada.
Além de espionar jornalistas, como ficou provado nos casos da
apropriação de registros telefônicos da agência Associated Press, e da investigação contra um repórter da Fox News,
que teve seus e-mails devassados, a administração do democrata também
direcionou suas garras a um número infinitamente maior de cidadãos, que
não eram suspeitos. (Continua).
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL - PEC POPULAR
ENVIE PARA SEU DEPUTADO FEDERAL OU SENADOR
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL – PEC POPULAR
PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL Nº
Ementa: Quebra
de decoro parlamentar e perda de mandato para membros do Executivo e Legislativo que propuserem
alterações de normas que violem os princípios democráticos e constitucionais da
coisa tramitada e julgada.
Inclua-se onde
convier:
Art. 1º – Será considerada como
quebra do decoro parlamentar ou improbidade administrativa as propostas de
emendas constitucionais, de leis e leis complementares que contrariem os
princípios democráticos e constitucionais brasileiros e vise anular ou revogar
decisões tramitadas e julgadas nos tribunais de segunda e ultima instâncias.
Art. 2º - Perderá o mandato o
parlamentar, grupos de parlamentar ou o titular de cargo Executivo eleito que
propor alterações a que se refere o artigo primeiro desta Emenda
Constitucional.
Art. 3º – Revogando disposições
em contrário, esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua
promulgação.
Congresso Nacional, Brasília,
JUSTIFICATIVA:- Assegurar o exercício, pelo cidadão, dos
mecanismos de controle da legalidade e legitimidade dos atos do Poder Público e
da eficácia dos serviços públicos, assim como preservar os valores éticos.
"ARGENTINIZAÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS BRASILEIROS, CONSTATA MINISTRO RELATOR DO TCU
O papel do TCU, por José Dirceu
O
último relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) relativo às
contas do segundo ano da administração da presidenta, Dilma Rousseff,
evidencia a crescente politização deste órgão, capturado por setores
interessados em utilizá-lo como instrumento para fazer oposição ao
governo federal.
Após aprovar as contas de 2012, com ressalvas e
recomendações, o relator do tribunal, ministro José Jorge, fez fortes
críticas à contabilidade governamental para a composição do superávit
primário no final do ano passado.
A questão, já amplamente
reverberada pela grande mídia como uma "manobra casuística" do governo
para atingir sua meta fiscal, foi apontada pelo relator como sinal de
"argentinização" dos indicadores econômicos brasileiros.
A insinuação de que houve "maquiagem" nas contas do governo deixa claro o viés ideológico das avaliações.
Ora,
as contas do governo são transparentes, amplamente divulgadas, então
qual o sentido de se fazer uma afirmação como essa, senão o de lançar
dúvidas sobre algo que o próprio órgão, mesmo com as ressalvas, aprovou?
O sentido é promover um embate político, o que fica patente não apenas neste episódio, mas em muitos outros.
José Jorge, Ministro do TCU. Foto: Antonio Cruz / ABr
É
importante ressaltar que o TCU é um órgão cuja relevância institucional
é inquestionável, fundamental para assegurar o controle das contas
públicas, e instrumento insubstituível na verificação do retorno social
dos empreendimentos governamentais.
Porém, na prática, percebe-se
que o TCU vem extrapolando suas competências, as quais estão claramente
definidas no artigo 71 da nossa Constituição.
Encarregado de
verificar a destinação correta dos valores empregados na execução de
políticas públicas, contratos administrativos, convênios e quaisquer
outros repasses, o TCU hoje se imiscui de tal forma nas questões do
Estado, que contraria sua legítima função de contribuir para o bom
desempenho dos órgãos públicos gestores, emperrando a máquina estatal e
gerando grande insegurança jurídica.
Sua interferência, mais do
que garantir a transparência do uso do dinheiro público, verificando se
foram ou não cumpridos os procedimentos estabelecidos em lei ou
regulamento, gera entraves que burocratizam e, muitas vezes, paralisam
obras, projetos e processos imperativos para o desenvolvimento econômico
e social do país.
Leia a íntegra em O papel do TCU
José Dirceu, 67, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT.
06 junho 2013
STF SÓ SE CURVA FRENTE A VERDADE DOS FATOS COM AMPAROS CONSTITUCIONAIS.
"Uma boa escolha, por Merval Pereira
Merval Pereira, O Globo
A atuação do
advogado Luís Roberto Barroso na sabatina do Senado que precede sua
posse no Supremo Tribunal Federal não me deu motivos para rever o juízo
positivo que tenho sobre ele, acatando na coluna, sempre que necessário,
suas opiniões, considerado o maior constitucionalista em atividade no
país. Já havia expressado esse ponto de vista há dois dias em conversa
com o Carlos Alberto Sardenberg na CBN.
Para começo de conversa, a
nomeação de um ministro a tempo de participar da segunda fase do
julgamento do mensalão é um dado auspicioso, e ele mesmo destacou a
peculiaridade de sua indicação: só votará se o ministro Teori Zavascki
empatar a votação a favor dos réus.
Se Zavascki votar com a
maioria, o voto de Barroso não terá influência no resultado. Isso quer
dizer que quem desconfiava que o Palácio do Planalto havia nomeado Teori
Zavascki para beneficiar os réus agora terá que refazer seus cálculos
conspiratórios.
Luís Roberto Barroso, advogado. Foto: Nelson Perez / Agência O Globo
A
indicação de que o governo não trabalhou com essa perspectiva política
nas nomeações para o Supremo, da mesma maneira que já fizera
anteriormente com os ministros Luiz Fux e Rosa Weber, é um bom sinal.
Ele
repetiu na sabatina de ontem o que comentava antes de ser nomeado,
estava em uma posição muito rígida na exigência de provas cabais, na
dúvida pró-réu. Sempre se mostrou incomodado com interpretações que
foram dadas durante o julgamento.
Certamente por isso deve ter ido
pesquisar, como contou na sabatina, e se convenceu de que o
endurecimento do STF no julgamento do mensalão “foi um ponto fora da
curva”.
Antes de assumir o STF, suas posições poderiam ser tidas
como favoráveis aos advogados de defesa que alegam que não há provas nos
autos para condenar seus clientes.
Mas agora é que ele vai ter
acesso total aos autos, vai estudar, como disse, e, sobretudo, vai
conversar com seus companheiros de Tribunal.
A partir de agora,
ele tem outras questões a levar em conta no seu julgamento. Como
advogado, pode ter uma posição; como juiz, outra. Mas, por ser um
jurista muito respeitado, qualquer decisão que tome, mesmo que tenha
consequências políticas, será uma decisão baseada em teses jurídicas.
Não
tenho dúvidas de que tanto Zavascki — a quem não conheço pessoalmente,
mas de quem tenho boas referências — quanto Barroso tomarão decisões de
acordo com os autos e com seus entendimentos jurídicos, não cabe em suas
reputações profissionais a desconfiança de que possam assumir posições
meramente políticas no Supremo.
Leia a íntegra em Uma boa escolha
24 maio 2013
Sem solucionar os problemas internos, Dilma, a gerentona, decide ajudar outros países
Curto-circuito
– Como diz o jornalista José Simão, com muita propriedade, o Brasil é o
país da piada pronta. Um lugar onde quanto mais se reza mais
assombração aparece. Formado por um séquito de incompetentes, o governo
da neopetista Dilma Vana Rousseff segue a mesma trilha
do antecessor. O que confirma recente declaração de Lula, que afirmou
que entre o seu governo e o de Dilma não há diferença. Até porque
incompetência extrema é única e devastadora.
22 maio 2013
GOVERNO DO PT ABAFA O CASO E OBSTRUI A JUSTIÇA
Casa civil nega acesso à investigação sobre Rosemary
Fausto Macedo e Lilian Venturini, Estadão
A
Casa Civil da Presidência da República negou ao Ministério Público
Federal (MPF)acesso às informações da sindicância instaurada no órgão
para apurar eventuais ilícitos funcionais envolvendo Rosemary Noronha
(foto abaixo). Ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo, ela foi
alvo da Operação Porto Seguro - investigação que apura venda de
pareceres técnicos.
Por meio de ofício enviado em 24 de abril ao
Gabinete Pessoal da Presidência, o procurador da República em São Paulo
José Roberto Pimenta Oliveira havia requisitado cópia integral do
processo administrativo, em versão impressa e/ou digitalizada, para
instruir inquérito civil público que trata da suposta participação de
Rose em atos investigados pela Porto Seguro, realizada pela PF e pelo
MPF.
Leia mais em Casa civil nega acesso à investigação sobre Rosemary
21 maio 2013
DEMOCRACIA PRESUPÕE ALTERNACIA DE PODER, NÃO PARA O PT
O PT não gosta da democracia
Marco Antonio Villa, O Globo
O PT não gosta
da democracia. E não é de hoje. Desde sua fundação foi predominante no
partido a concepção de que a democracia não passava de mero instrumento
para a tomada do poder. Deve ser recordado que o partido votou contra a
aprovação da Constituição de 1988 — e alguns dos seus parlamentares não
queriam sequer assinar a Carta.
Depois, com a conquista das
primeiras prefeituras, a democracia passou a significar a possibilidade
de ter acesso aos orçamentos municipais. E o PT usou e abusou do
dinheiro público, organizando eficazes esquemas de corrupção.
O
caso mais conhecido — e sombrio — foi o de Santo André, no ABC paulista.
Lá montaram um esquema de caixa 2 que serviu, inclusive, para ajudar a
financiar a campanha presidencial de Lula em 2002.
Deve ser
recordado que auxiliares do prefeito Celso Daniel, assassinado em
condições não esclarecidas, hoje ocupam posições importantíssimas no
governo (como Gilberto Carvalho e Míriam Belchior).
Antes da
vitória eleitoral de 2002, os petistas já gozavam das benesses do
capitalismo, controlando fundos de pensão de empresas e bancos estatais;
e tendo participação no conselho gestor do milionário Fundo de Amparo
ao Trabalhador. Os cifrões foram cada vez mais sendo determinantes para o
PT.
20 maio 2013
VOTO SECRETO NA CÂMARA E NO SENADO SÃO INCONSTITUCIONAIS E ANTE DEMOCRATICO
O Senado e a Câmara dos Deputados extrapolaram a Constituição e tornaram
secretas votações não previstas na Carta Magna, como a eleição das
mesas diretoras. O assunto está sendo questionado no Congresso e na
Ordem dos Advogados do Brasil. Em fevereiro, o diretor de campanhas do
site de petições Avaaz, Pedro Abramovay, entrou com uma representação na
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Nela, pedia que a instituição
entrasse com uma ação direta de inconstitucionalidade para retirar o
voto secreto do regimento interno da Casa.
O assunto deveria ter entrado na pauta do plenário do Conselho Federal em abril, mas não tem prazo para apreciação. Segundo a assessoria de imprensa da OAB, a Comissão de Estudos Constitucionais ainda não emitiu parecer sobre o pedido. “O voto secreto para parlamentares só pode ser entendido como uma exceção à regra de transparência entre o representante e o representado, fundamental para a efetivação do princípio democrático. Afinal, é somente com essa transparência que o eleitor pode acompanhar o mandato de seus representantes e decidir se eles merecem ou não a reeleição nas eleições seguintes”, disse Abramovay no texto da representação. Leia mais aqui.
O assunto deveria ter entrado na pauta do plenário do Conselho Federal em abril, mas não tem prazo para apreciação. Segundo a assessoria de imprensa da OAB, a Comissão de Estudos Constitucionais ainda não emitiu parecer sobre o pedido. “O voto secreto para parlamentares só pode ser entendido como uma exceção à regra de transparência entre o representante e o representado, fundamental para a efetivação do princípio democrático. Afinal, é somente com essa transparência que o eleitor pode acompanhar o mandato de seus representantes e decidir se eles merecem ou não a reeleição nas eleições seguintes”, disse Abramovay no texto da representação. Leia mais aqui.
19 maio 2013
EMENDA DOS IRMÃOS DOS PETRALHAS LOCUPLETAM, AINDA MAIS, OS TIOS PATINHAS DOS PORTOS
A emenda da discórdia, defendida veementemente pelo líder do PMDB na
Câmara, Eduardo Cunha (RJ), chegou a ser classificada de imoral por
setores do governo. No entanto, em uma manobra meramente regimental, o
deputado Sibá Machado (PT-AC) teve que apresentá-la apenas para agilizar
a votação e garantir a aprovação da MP dentro do prazo. Ele chegou a
reconhecer que o mérito não estava em jogo.
A mudança em questão, aprovada em longas sessões na Câmara e no Senado, torna facultativa a prorrogação dos contratos de arrendamento firmados com base na Lei dos Portos (n° 8.630/93) por uma única vez, pelo prazo máximo previsto contratualmente, condicionada à realização de investimentos. A emenda foi apelidada de Tio Patinhas pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ).
O texto original, que havia sido encaminhado pelo governo, previa que os contratos de terminais portuários fechados antes da publicação da MP poderiam ser prorrogados, desde que isso estivesse previsto “expressamente” no acordo inicial e “condicionado à revisão dos valores do contrato e ao estabelecimento de novas obrigações de movimentação mínima e investimento”. Leia mias aqui.
A mudança em questão, aprovada em longas sessões na Câmara e no Senado, torna facultativa a prorrogação dos contratos de arrendamento firmados com base na Lei dos Portos (n° 8.630/93) por uma única vez, pelo prazo máximo previsto contratualmente, condicionada à realização de investimentos. A emenda foi apelidada de Tio Patinhas pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ).
O texto original, que havia sido encaminhado pelo governo, previa que os contratos de terminais portuários fechados antes da publicação da MP poderiam ser prorrogados, desde que isso estivesse previsto “expressamente” no acordo inicial e “condicionado à revisão dos valores do contrato e ao estabelecimento de novas obrigações de movimentação mínima e investimento”. Leia mias aqui.
18 maio 2013
LULA SEMPRE ESTA ERRADO EM TODOS OS SENTIDOS
Lula está errado. O que ele afirma serve mesmo é para comprovar os seus próprios defeitos.
Leia a íntegra em Lula e a falta de ética
Seus
oito anos na chefia do governo foram de uma dedicação exemplar à tarefa
de mediocrizar o exercício da política, transformando-a, como nunca
antes na história deste país, em nome de um equivocado conceito de
governabilidade, num balcão de negócios cuja expressão máxima foi o
episódio do mensalão.
É claro que Lula e o PT não inventaram o
toma lá dá cá, a corrupção ativa e passiva, o peculato, a formação de
quadrilha na vida pública. Apenas banalizaram a prática desses
"malfeitos", sob o pretexto de criar condições para o desenvolvimento de
um programa "popular" de combate às injustiças e à desigualdade social.Leia a íntegra em Lula e a falta de ética
16 maio 2013
PT ACOSTUMOU COM A IMPUNIDADE
MP dos Portos: PT apela ao banditismo, copia emenda da oposição e falsifica assinaturas
Caso
de polícia – Desesperado diante da possibilidade de a Medida Provisória
595 cair, o Palácio do Planalto acionou a bancada petista na Câmara dos
Deputados para tentar salvar a MP que contempla a modernização dos
portos brasileiros. Em sessão polêmica, que mais uma vez promete avançar
pela madrugada, o jogo sujo e rasteiro, por que não afirmar que é
criminoso, o Partido dos Trabalhadores atropela a mais rasa dose de bom
senso e busca a aprovação a fórceps da matéria, que no último minuto da
quinta-feira (16) perderá sua validade legal.
Depois de derrubar emenda aglutinativa apresentada pela oposição, o
PT apresentou à Mesa Diretora da Câmara, nos minutos seguintes,
documento com teor idêntico, mas com um deslize que pode ser
classificado como crime. A emenda do PT, também aglutinativa, continha
as assinaturas falsificadas de dois integrantes da oposição.
Líder do Democratas na Câmara, o deputado Ronaldo Caiado (GO) ocupou a
tribuna para denunciar a manobra sórdida de um partido que se acostumou
com a impunidade e não se importa com as consequências dos seus atos.
Com mais de 400 deputados na base aliada, o governo de Dilma Rousseff
não precisa de expedientes de tal natureza, pois todos os genuflexos
comandados são nababesca e regularmente contemplados com benesses.
Em um país minimamente sério e com políticos responsáveis, o autor da emenda aglutinativa, deputado Sibá Machado (PT-AC), já estaria preso e prestando depoimento na delegacia de polícia mais próxima.
Em conhecida minoria, a oposição tem se valido de todas as filigranas
do regimento da Câmara para empurrar a votação para depois da
meia-noite, que levará à derrubada da Medida Provisória que o governo
autoritário do PT quer aprovar a qualquer custo.
05 maio 2013
TEM RAPOSA TOMANDO CONTA DO GALINHEIRO
Combate ameaçado, por Merval Pereira
Merval Pereira, O Globo
Não é apenas a
PEC 37, a emenda constitucional que impede o Ministério Público de fazer
investigações criminais, que ameaça o combate à corrupção. Há também
projeto do senador Ivo Cassol (foto), do PP de Rondônia, que quer
alterar a Lei da Improbidade Administrativa (8.429/92), que está em
vigor há 21 anos e é um dos principais instrumentos para a punição de
políticos e administradores públicos.
Entre os pontos criticados
da nova lei estão a exclusão da responsabilidade do agente público
negligente e imprudente que causa lesão ao patrimônio público e a
proibição de pôr em indisponibilidade os bens de família do servidor
acusado.
O mais sintomático desse embate que se desenrola nos
bastidores do Congresso é que tanto o autor da proposta de alteração da
Lei da Improbidade Administrativa quanto um dos deputados designados
pela Câmara para discutir a PEC que limita a ação do Ministério Público
são eles próprios objetos de processos originados de ações do MP.
Cassol
responde a cinco ações judiciais, uma delas provocou a sua condenação
por cinco anos por corrupção eleitoral, da qual ele recorreu. O deputado
Bernardo Santana (PR-MG) é réu numa ação penal que corre no STF por
crimes ambientais, receptação, uso de documento falso e formação de
quadrilha.
Na tentativa de reverter o processo, ele alegou que as
apurações realizadas pelo Ministério Público mineiro deveriam ser
anuladas. Ele está na comissão da Câmara apesar de ser um defensor
declarado da tese de que apenas as polícias Federal e Civil podem fazer
investigações.
Contra a PEC 37, promotores e procuradores brandem o
artigo 37 da Constituição, que fala em moralidade, honestidade e
impessoalidade no exercício da função pública.
O jurista e
professor Fábio Medina Osório, autor do livro “Teoria da improbidade
administrativa”, classifica a lei de “republicana”, mas admite que
existe, na classe política, “certa perplexidade quanto ao alcance e ao
uso indiscriminado da Lei de Improbidade Administrativa”.
Não se
tem, todavia, segundo Medina Osório, uma discussão qualificada, hoje, no
Brasil, sobre abuso de poder acusatório nessa matéria, nem sobre a
eficiência real das instituições fiscalizadoras no manejo dessa
importante lei.
E é nesse contexto que surgem iniciativas como a
do senador Cassol, que propôs a PEC 105/2013 aparentemente encampando
algumas teses que Medina Osório sustenta há bastante tempo e que têm
encontrado ressonância na jurisprudência dos Tribunais Superiores, como
aquela que diz respeito à necessidade da culpa grave para configurar
improbidade e a diferenciação entre ilegalidade e improbidade, ou ainda
quanto à importância da legalidade e da tipicidade nas proibições
emanadas da lei.
Leia a íntegra em Combate ameaçado
03 maio 2013
STF - SUBMISSO TRIBUNAL FEDERAL É O QUE QUER O PT
A última ofensiva
dessa autêntica "quadrilha" se deu por causa do julgamento dos réus da
Ação Penal 470, o famigerado mensalão. Os ministros do Supremo Tribunal
Federal foram duros com os principais mentores do esquema. Apesar de as
penas, sob a ótica da opinião pública, terem sido brandas demais, aos
olhos dos condenados, ao contrário, elas se revestiram de uma rudeza
insuportável. Nos casos específicos de José Dirceu e de José Genoino -
que deverão passar um bom período no calabouço -, as sentenças soaram
como um provocação. Afinal, que legitimidade têm esses ministros togados
- no entender deles, claro - para ousarem condenar ao que quer que seja
dois verdadeiros heróis das causas populares, gente que pela "causa
justa" arriscou a própria vida?
Pois foi esse clima de inconformismo e animosidade que levou a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados a aprovar a admissibilidade do projeto de teor mais golpista desde a redemocratização do Brasil. Como é sabido, as chances de tamanha excrescência jurídica vir a se tornar realidade são remotas. Mas fica registrado o alarme: à menor contrariedade, eles se mostram dispostos a "pegar em armas", novamente.
O regime democrático somente lhes convinha no início, enquanto ainda eram fracos. Nas décadas de 1980 e 1990, eles eram os campeões da moralidade (quem não se lembra disso?). Depois que chegaram ao poder, os falsos pudores foram deixados de lado. Hoje o que prevalece é o MMA, cujas regras são de fácil compreensão: entram dois no ringue e de lá só pode sair um.
LEIA MAIS AQUI.
Pois foi esse clima de inconformismo e animosidade que levou a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados a aprovar a admissibilidade do projeto de teor mais golpista desde a redemocratização do Brasil. Como é sabido, as chances de tamanha excrescência jurídica vir a se tornar realidade são remotas. Mas fica registrado o alarme: à menor contrariedade, eles se mostram dispostos a "pegar em armas", novamente.
O regime democrático somente lhes convinha no início, enquanto ainda eram fracos. Nas décadas de 1980 e 1990, eles eram os campeões da moralidade (quem não se lembra disso?). Depois que chegaram ao poder, os falsos pudores foram deixados de lado. Hoje o que prevalece é o MMA, cujas regras são de fácil compreensão: entram dois no ringue e de lá só pode sair um.
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